É um Livro

escritora : Lane Smith

Sinopse:

Com a invenção dos e-books, e a proposta de revolução que trazem consigo, surgem inúmeras dúvidas a respeito do futuro do livro. Muitos aproveitam essa onda para reafirmar seu amor às letras impressas em papel, e dizem que o livro é uma espécie de deus grego: não morre nunca. Sem enveredar elas malhas da vidência, mas deixando claro que um livro é um livro e isso basta, Lane Smith criou uma história ilustrada, tanto para crianças quanto para adultos, sobre o nosso velho e bom – e amado – livro. Aquele que, ao contrário dos produtos eletrônicos, não apita, não interage, não conecta nem retwitta. Mas que, só pela emoção da narrativa e das imagens, prende a atenção (e ainda rouba o coração) de qualquer um.

Fonte:

Integração

Telefone sem fio (mouse, wireless, wi-fi, bluetooth, login, mouse, pendrive…)

Sensibilização
Cabra-Cega: Vendar os olhos das crianças para que as crianças reconheçam pelo o tato alguns objetos, tais como: Gibis, Livros (capa dura), Livros (brochuras), Livros (emborrachados), CDs (Histórias infantis), DVDs, (Histórias infantis), Pergaminho, Revistas, Cartas.

Mediação com o livro
Apresentação da história “É um livro” em Datashow.

Logo após mediar a leitura da obra.

Roda de conversa sobre a história. O que ela remete? Leitura visual do objeto livro.

Perguntar:

  • Quem tem e-mail?
  • Para que serve um e-mail?
  • O e-mail substitui os serviços de correios?
  • Quem navega pela internet ? E qual a frequência?
  • Quem tem internet em casa?
  • O que é um Blog? Apresentar os Blogs:

Ziraldo (http://casaziraldodecultura.blogspot.com.br/)

Fundação Bunge –Semear Leitores (http://www.fundacaobunge.org.br/interatividade/blog/post.php?id=10048&/mediacao_de_leitura)  .

  • Qual foi o primeiro livro impresso?
  • Quem foi Gutemberg?

 

Contextualização do livro e do autor, Lane Smith

Lane Smith é um famoso autor e ilustrador de livros infantis norte-americano, nascido em 1959 na cidade de Tulsa, em Oklahoma. Ele é casado com Molly Leach, designer de livros. O escritor é conhecido por suas colaborações com Jon Scieszka, que também elegeu o público infantil como alvo de suas criações. Entre as obras de Smith estão, entre outras, Pinocchio: The Boy, de 2002, e John, Paul, George, and Bem, de 2006.

Integração Fábulas/Expressões
Por que o burro virou símbolo da ignorância?

“A fama de ser um bicho com comportamento difícil e incapaz de aprender começou na Grécia antiga”, afirma Osvaldo Humberto Leonardi Ceschin, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humadas da USP.

Por volta de 600 a.C., o burro já era tratado em histórias como teimoso, bobo e ignorante. Em uma das fábulas de Esopo – narrativas orais sobre animais com características humanas –, o burro veste uma pele de leão e tenta assustar as pessoas, até que é pego pela raposa em um deslize. Posteriormente, essas histórias foram passadas para o papel e popularizadas por Fedro, no século 1, e pelo francês Jean de La Fontaine, no século 17.

Palavras associando o burro à estupidez e à ignorância começaram a aparecer no século 2: a expressão asinina cogitatio (“raciocínio de burro”, em latim) fazia parte da obra de Lucius Apuleius, autor de O Asno de Ouro, sobre um homem que vira um asno. “Na língua portuguesa, o termo ‘burrico’ surgiu no século 12”, explica Mário Eduardo Viaro, também da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

CONSULTORIA: Mário Eduardo Viaro e Osvaldo Humberto Leonardi Ceschin, ambos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP FONTE www.literature.org

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-o-burro-virou-simbolo-da-ignorancia

Buscar significados para as expressões

Bom pra burro

Forte pra burro

Cor de burro quando foge

Dar com os burros na água

Está frio para burro

Amarrar o burro

Teimoso como um burro

Você sabia:

Que o BURRO, é um Mamífero solípede, perissodáctilo, menos corpulento que o cavalo e de orelhas compridas. Tem, porém, o dorso muito proeminente e ainda com a vista, o ouvido e o olfato mais apurados que os do cavalo…

 

Produção plástica
Criação de pergaminho.

Fonte: http://divartes.blogspot.com.br/2010_07_01_archive.html

 

Dicas de como fazer o papel pergaminho:

http://tesouraespecificado.blogspot.com.br/2012/08/como-fazer-papel-pergaminho.html

Fechamento:
Socialização dos pergaminhos confeccionados pelos participantes da mediação.

Por Rosana Maria Martins  – Consultora

 

 

 

 


 

Saraus literários

“”Um sarau (do latim seranus, através do galego serao) é um evento cultural ou musical realizado geralmente em casa particular onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. Um sarau pode envolver dançapoesia, leitura de livrosmúsica acústica e também outras formas de arte como pintura e teatro. Evento bastante comum no século XIX que vem sendo redescoberto por seu caráter de inovação, descontração e satisfação. Consiste em uma reunião festiva que ocorre à tarde ou no início da noite[1], apresentando concertos musicais, serestas, cantos e apresentações solo, demonstrações, interpretações ou performances artísticas e literárias. Vem ganhando vulto por meio das promoções dos grêmios estudantis e escolas.” Wikipedia

Em São Paulo a idéia ganhou novo significado com a Cooperativa Cultural da periferia (Cooperifa) que desde 2001 agita um dos mais reconhecidos Saraus poéticos da cidade.

Cooperifa

Os encontros no Zé batidão surgiram

 em 2001, quando moradores do Jardim Sào Luis, poetas e amantes da literatura decidiram criar um evento semanal para promover a poesia.

Poesia no ar é um projeto desenvolvido pela Comunidade .

A idéia é espalhar poesias em balões pelo céu de SP num movimento  que eles denominam de : Atentado poético.

Se quiser conhecer um Sarau literário em Sào Paulo basta procurar no Catraca Livre.

http://catracalivre.folha.uol.com.br/?s=sarau+literario

Veja a programação da Secretaria de Cultura da sua cidade .

Maroca e Deolindo

Maroca e Deolindo: e outros personagens em FESTAS

texto e ilustrações André Neves

RESENHA: O livro em foco apresenta um ciclo festivo próprio das manifestações populares que marcam a cultura do nosso povo. Nesse sentido, me parece apropriado para o desenrolar de um projeto didático escolar anual, ou ainda, para celebrar momentos folclóricos e culturais vinculado a um determinado período do ano ou data comemorativa.

O autor segue uma cronologia mensal, evidenciando tradições e costumes próprios de determinadas regiões brasileiras ao longo de um ano. Contempla os meses de janeiro a dezembro e em cada festejo exaltado, evoca danças, músicas, cheiros, sabores, cores, rituais e personagens que dão vida a um povo.

Impossível não se encontrar em um ou vários momentos alegres nesta história, são crenças, valores, costumes,  entrelaçados a história de vida de cada um.

OBS.: Para esta proposta de mediação, vou usar apenas uma das histórias que contextualiza o São João, elegendo portanto, o “capítulo” que retrata a história que dá nome ao livro do André Neves: Maroca e Deolindo:

 

O período do ano para essa mediação: mês de junho – São João 

Tempo para trabalhar a proposta: de 15 a 30 dias

Conteúdos a serem vinculados:

_ Linguagem regional

_ Vocabulário de palavras regionais – busca de significados;

_ Valores e cultura popular

_ Comidas típicas

O texto da história deve ser eixo desencadeador da proposta de trabalho.

 

1º) Sugiro iniciar questionando as crianças:

_  a partir do título da história “Maroca e Deolindo” do que será que trata a história…

_ Conhecem alguém com nomes iguais?

2º) Mostrar as ilustrações da história e pedir que observem os detalhes, o que aparece, o que sugere…

_ Comparar a primeira ilustração da história com a última, que encerra o texto.

3º) Ler a história para os alunos, organizados na rodinha com entonação e usando dois bonecos de pano para simular as personagens principais.

4º) Ouvir músicas juninas;

5º) Fazer uma grande roda para dançar e curtir o casamento de Maroca e Deolindo;

6º) Retomar a leitura da história, agora, os alunos em grupo, receberão uma cópia da história para destacar o vocabulário dos termos regionais.

_ buscar significar as palavras, fazer uso de dicionário.

_ discutir no grupo o que é uma festa junina e anotar como deve ser  uma festa junina.

_ caracterizar as personagens e retratar sua personalidade – posicionar-se (o grupo deve manifestar-se sobre o comportamento inicial das personagens e comportamento ao final da história).

7º)Pesquisar sobre o São João – a origem dos festejos; pesquisar receitas das comidas típicas; pesquisar o significado desse festejo para os moradores da cidade.

8º) Organizar um festa junina para a culminância do Projeto: rituais, músicas, comidas típicas, vestimentas, ornamentação, casamento na roça, quadrilha…

 

Atigo escrito por : Rosa Maria Furtado – Consultora Fundação Bunge LEM

Jeanne Willis

Jeanne Willis nasceu em St. Albans, Inglaterra,  em 1959.Dedicou-se à propaganda, criando vários comerciais para TV, rádio e cinema. É autora de vários livros. Atualmente trabalha como escritora em tempo integral.
Vencedora de diversos prêmios:

The Red House and Sheffield Children’s Book Awards (2007 -Who’s In The Loo?),

The Sheffield Children’s Book Award (2007 - Who’s In The Loo?) e o

The Silver Smarties Prize (2003 – Tadpole’s Promise).

Hobbies:
jardinagem, leitura de livros de não-ficção e história natural, e uma coleção de lagartas.

Algumas de suas publicações:

Tony Ross

Tony Ross nasceu em 1938, em Wandsworth, sul de Londres.

Ilustrador de sucesso, melhor best seller britânico  de ilustração infantil,  ilustrou ainda várias obras de ficção juvenil, para várias editoras, no Reino Unido, na França e nos Estados Unidos.  Vive em  Cheshire, Inglaterra.

Premiado por suas ilustrações pelo Silver Paintbrush Award e pelo Dutch Silver Pencil Award para o melhor texto estrangeiro

Algumas de suas ilustrações:

No Brasil :

Flicts

Vamos brincar?

Tenho duas brincadeiras!

Elefantinho Colorido!

Um mestre e o grupo.

Elefantinho Colorido! (grita o mestre)

Que cor? (responde o grupo)

O mestre grita a COR que o grupo deve procurar………….

Ganha a rodada  do jogo aquele que trouxer a cor escolhida primeiro para o mestre.

 

Rio vermelho.

Dividir o grupo de crianças entre um e os demais.

Dividir a área da brincadeira, como uma quadra. Demarcar  as laterias e dividir a área ao meio.

Uma criança fica de um lado e o restante do grupo do outro lado.

Quem ficou sozinho é o pescador e determina a cor.

Começa o jogo:

O pescador se aproxima da linha que marca o meio do campo.

Enquanto o grupo no fundo recita:

“Queremos atravessar o rio vermelho” (coro)

“Só atravessa quem tiver cor”(pescador responde)

“Que cor?”(grupo pergunta)

(COR escolhida pelo pescador)……………………… o pescador fala a cor que escolheu.

As crianças do grupo grande que tiverem a cor escolhida pelo pescador, mudam de campo com ele sem correr, com calma. Pois elas tem a cor que ele pediu. As outras que não tem a cor, podem ser pegas por  ele e passam a pescar com ele. Na próxima rodada o pescador e os outros que ele conseguiu pegar decidem a nova cor a ser escolhida.

Jogo acaba quando restar somente um participante do grupo grande. O que não se deixou pegar é o próximo pescador. Para iniciar novamente a brincadeira.

Em qualquer uma das brincadeiras acabar o jogo pedindo a cor Flicts!

 

  • Esperar a reação das crianças.

 

  • Abrir a roda de conversa para anunciar a história.

 

Flicts, vocês  sabem que esta cor existe e tem história ?!

Quem contou esta história foi o Ziraldo! Isso mesmo, existe um  “escritor maluquinho” que a descobriu! Quanto isso aconteceu Flicts nasceu, para todas as pessoas, que agora podem conhece-la pelo seu nome.

Pois todas as cores tem nome, e o mundo é todo colorido! Tudo no mundo tem cor!

Mas… ATENÇÃO:

Só podem conhece-la quem tem a honra de ver o livro e ler ou ouvir a história! Alguém aqui já viu o livro? Leu ou ouviu a história de Flicts?

Esperar as respostas das crianças.

Vejam o Ziraldo.

Ele também é colorido!


Mas será que é Flicts?

 Ele, o Ziraldo escreveu outras várias histórias: “Menino Maluquinho”; “A história do A”; Joelho Juvenal”, “O Menino Marrom”; “Os dez Amigos”; “Chapuezinho Amarelo”; “O Bichinho da maçã” e muitas outra histórias!

O nome certo dele é: Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. É o mais velho de uma família de sete irmãos. Seu nome vem da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: surgiu o Ziraldo, um nome único.

Além de pintor é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, escritor e colecionador de piadas.

Seus trabalhos já foram traduzidos para diversos idiomas como françês, espanhol, alemão, inglês, italiano e basco.

Ziraldo tem paixão pelo desenho desde criança. Desenhava em todos os lugares – na calçada, nas paredes, na sala de aula…

Outra de suas paixões desde a sua infância é a leitura. Lia tudo que caia nas mãos.  O resultado destes amores pelo desenho e pela leitura foi que ele criou histórias, personagens, e até viu uma cor que ninguém sabia que tinha!

Vamos pensar um pouco na cor Flicts:

 

  • Como era a vida de Flicts antes do Ziraldo descobri-la?
  • Vocês acham que ela tem idade? Se sim, quanto anos?
  • Será que ela tem sua história só em um livro? Ou virou teatro? Será?!
  • Será que virou música?
  • E brinquedo, sera que ela virou brinquedo?
  • Será que ela mora na caixa de lápis de cor? Na de 6 lápis, na de 12, na de 24 ou na de 36 lápis de cor? Tem caixa de lápis de cor maior que isso?
  • Ou mora com outras cores bem escondidinha no meio delas?

VAMOS OUVIR A HISTÓRIA E CONHECER LOGO ESTE FLICTS.

 LER A HISTÓRIA.

Destacar a assinatura do astronauta! Um autografo!

O que sera que o Ziraldo Sentiu quando Neil Armstrong – primeiro homem que pisou na Lua – confirmou que a Lua é Flicts?

 Algumas novidades  sobre o livro!

 

Hoje em 2012 Flicts tem 43 anos!

Durante estes anos todos de vida depois de ter sido descoberto pelo Ziraldo, flicts já fez de tudo um pouco.

Em 1969 foi nome de sorveteria lá no Rio de Janeiro.

Em 1972 virou um curta-metragem! Um Filme! Também neste ano ele foi trasnformado em uma peça de Teatro!

Em 1973 foi para a Televisão, em um programa da Globo especial com o tema criança.

Em 1980 foi para uma escola de Samba em Juiz de Fora – MG.

Em 2003, desfilou na escola de Samba Nenê de Vila Matilde em São Paulo, em homenagem ao Ziraldo!

Em 1980 virou música e disco! Cantado por dois grupos, um MPB4 e Quarteto em Cy.

 

O Ziraldo desenhou e pintou a capa do disco!

 Também foi escrito em várias línguas! Veja este escrito em japonês!

Até hoje podemos encontrar um CD com a história de Flicts cantata!

Para encerrar a sessão novidades a ultima é que em março 2002 o astrônomo Americano Karl Glazebrook, descobriria que a cor do Universo também é Flicts. Quando ele leu a história e viu o livro, confirmou a descoberta!

 

Se esta cor é do universo, e o universo é tão grande! Será que ela mora escondida no meio das outras cores?

Vamos descobrir o Flicts?

Podemos tentar encontra-lo no computador com a palheta de cores!

Também podemos procura-lo entre as três cores das quais nascem todas as outras.

 Veja que quadro interessante!

 

As vezes demora um pouco porque Flicts sempre fica escondida! Mas com calma e paciencia sempre acabamos encontrando.

Pois se o UNIVERSO é FLICTS E ELA É TÃO FAMOSA e já FEZ TANTAS COISAS! Apesar de diferente ela vai aparecer para quem a conhece.

 

 Artigo de :Rosana Padial

São Paulo, 31/10/2012

Fonte: httpp://www.ziraldo.com/livros/home.htm

 

Livros Andarilhos

Imagine a seguinte cena.

Você senta em um banco na praça e percebe que ao seu lado existe um livro. Olha ao redor a procura do proprietário .

Buscando pistas  pega o livro .

Resolve abrir o livro e na primeira página se depara com uma etiqueta que diz assim:

A idéia do LIVRO LIVRE está se espalhando por diversas cidades no Brasil.

http://www.livrolivre.net/

Os livros pousam em praças, pontos de ônibus, bares, hospitais…

A forma de destribuição utiliza trabalho voluntário e transporte popular, como por exempo, o carrinho de feira.

Veja este vídeo que conta um pouco mais sobre esta idéia :

Livro livre

O que  você achou do projeto ?

 Vamos espalhar  Livros Livres no Brasil  ?

Conheça outras iniciativas :

http://pinterest.com/analusis/livros-andarilhos-e-seus-amigos-poeticos/

Exercícios de ser Criança

Conhecendo um pouco sobre o escritor : Manoel de Barros

Ver referências no artigo do Blog:

http://www.fundacaobunge.org.br/semear-leitores/?p=429

Depois de apresentar o escritor destribuir trechos poéticos que remetem a relação de Manoel com a infância.

INFANTIL

O menino ia no mato
E a onça comeu ele
depois o caminhão passou por dentro do corpo do
menino
E ele foi contar pra mãe
A mãe disse : mas se a onça comeu você, como é que
o caminhão passou por dentro do seu corpo ?
É que o caminhão só passou renteando meu corpo
E eu desviei depressa
Olha, mãe, eu só queria inventar uma poesia
Eu não preciso de fazer razão

Veja outros trechos poéticos :

http://prezi.com/zrvbnz2t-nkz/criancerias/

Embebido dos sentidos poéticos de Manoel de Barros iniciar a leitura do Livro.

Atentar para a ilustração.

A investigação dos bordados pode ser um desdobramento do Projeto.

Saiba mais sobre sobre a família Dumont:

Bordados Dumont

Depois da leitura propor uma Roda de Conversa.

Escutar os sentimentos e pensamentos do grupo sobre a obra.

Provocar o grupo pra uma conversa sobre :

O que é poesia pra você ?

Mini bibliotecas Comunitárias

O lema do grupo é :

“Um grande projeto começa pequeno “

Eles vivem em Winconsin nos Estados Unidos e criaram

um movimento de pequenas bibliotecas comunitárias.

Estas casinhas que parecem de pombos, abrigam livros que podem ser  retirados gratuitamente.

A idéia é compartilhar pequenos acervos, as vezes, temáticos e com auxílio da comunidade zelar pela pequena “Little Free Library”

No site você encontra passo-a -passo como construir a sua.

http://www.littlefreelibrary.org/plans-and-tips-for-builders.html

Encontra também, em inglês , as metas do grupo de espalhar

o movimento pelo Mundo e as experiências de diferentes comunidades.

A idéia também pode ser simplificada para uma Mini biblioteca na sala de aula.

O fundamental é  plantar o AMOR pela leitura.

Saiba mais sobre as idéias de Livros andarilhos :

http://pinterest.com/analusis/livros-andarilhos-e-seus-amigos-poeticos/

Nosso amigo ventinho

CONHECENDO A AUTORA: Ruth Rocha

Nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros. Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge.

CONHECENDO A ILUNSTRADORA: ARTISTA PLÁSTICA SUPPA

   Tornou-se ilustradora em Paris, onde morou por dezessete anos. Ilustra textos de literatura infantil para editoras e revistas francesas e brasileiras. Trabalha também na área de publicidade e de programação visual

1º momento:

Apresentar o livro aos alunos e depois oferecer informações sobre a autora e ilustradora;

Ventinho move os barcos pelo mar, É Amigo de todos, gosta muito de ajudar. Ele brinca com as nuvenzinhas, seca roupa no varal, Todo mundo gosta dele, é um vento legal. Mas será que ele consegue impedir a chuvarada que pode acabar com a festa da criançada?

Dialogar com as crianças sobre o vento? Quem já o sentiu? Em que situações? Se ele é bom ou ruim?

Listar algumas situações que são favoráveis a sua presença…

 

Desencadear o tema de forma que as crianças expressem e reconheçam a importância e o perigo do vento… Lançar as perguntas:

O que você imagina que pode fazer um vento? (Listar em papel próprio)

O que você imagina que pode fazer um ventinho? (Listar em papel próprio)

O que você imagina que pode fazer uma ventania? (Listar em papel próprio)

 

2º momento:

Organizar a turma em semicírculo, com seu tape/almofada (Deixá-los confortáveis) para ouvir a leitura do livro: “Nosso amigo ventinho”.

3º momento:

Após a leitura dialogar sobre a ação bondosa do ventinho em reverter o tempo para ajudar a garotada na festa.

 

 

4º momento:

De acordo com o nível de escolaridade que será desenvolvida a proposta pode-se oferecer aos alunos outras informações sobre o vento que vão enriquecê-los e desencadear outros interesses e curiosidades.

Falar aos alunos sobre os Parques com energia eólica que estão sendo construídos em várias cidades brasileiras; (mostrar gravuras de catavento, biruta e o parque eólico).

Os antigos fazem uma relação muito precisa com o vento e o tempo.

Sugerir que os alunos conversem com os pais/avós sobre: Quais os conhecimentos que eles têm sobre o vento e a relação com o tempo?

5° momento:

Propor aos alunos a construção de um catavento – Cada aluno deverá construir o seu e depois experimentá-lo em movimento.

O catavento é um dispositivo que aproveita a energia dos ventos (energia eólica).

O catavento é um brinquedo que imita a técnica dos moinhos de vento, eles aproveitam a força do vento para fazer girar suas aspas

Biruta - Com arame em forma de coador, um pedaço de tecido e uma vara de bambu as crianças vão observar se há movimento e a orientação do ar. Muito usada nos aeroportos.

Parque Eólico é uma usina de produção de energia eólica. O Brasil está instalando vários parques para abastecer as cidades com essa energia.

Artigo escrito por : Maria Mirta Calhava