Jeanne Willis

Jeanne Willis nasceu em St. Albans, Inglaterra,  em 1959.Dedicou-se à propaganda, criando vários comerciais para TV, rádio e cinema. É autora de vários livros. Atualmente trabalha como escritora em tempo integral.
Vencedora de diversos prêmios:

The Red House and Sheffield Children’s Book Awards (2007 -Who’s In The Loo?),

The Sheffield Children’s Book Award (2007 - Who’s In The Loo?) e o

The Silver Smarties Prize (2003 – Tadpole’s Promise).

Hobbies:
jardinagem, leitura de livros de não-ficção e história natural, e uma coleção de lagartas.

Algumas de suas publicações:

Tony Ross

Tony Ross nasceu em 1938, em Wandsworth, sul de Londres.

Ilustrador de sucesso, melhor best seller britânico  de ilustração infantil,  ilustrou ainda várias obras de ficção juvenil, para várias editoras, no Reino Unido, na França e nos Estados Unidos.  Vive em  Cheshire, Inglaterra.

Premiado por suas ilustrações pelo Silver Paintbrush Award e pelo Dutch Silver Pencil Award para o melhor texto estrangeiro

Algumas de suas ilustrações:

No Brasil :

Flicts

Vamos brincar?

Tenho duas brincadeiras!

Elefantinho Colorido!

Um mestre e o grupo.

Elefantinho Colorido! (grita o mestre)

Que cor? (responde o grupo)

O mestre grita a COR que o grupo deve procurar………….

Ganha a rodada  do jogo aquele que trouxer a cor escolhida primeiro para o mestre.

 

Rio vermelho.

Dividir o grupo de crianças entre um e os demais.

Dividir a área da brincadeira, como uma quadra. Demarcar  as laterias e dividir a área ao meio.

Uma criança fica de um lado e o restante do grupo do outro lado.

Quem ficou sozinho é o pescador e determina a cor.

Começa o jogo:

O pescador se aproxima da linha que marca o meio do campo.

Enquanto o grupo no fundo recita:

“Queremos atravessar o rio vermelho” (coro)

“Só atravessa quem tiver cor”(pescador responde)

“Que cor?”(grupo pergunta)

(COR escolhida pelo pescador)……………………… o pescador fala a cor que escolheu.

As crianças do grupo grande que tiverem a cor escolhida pelo pescador, mudam de campo com ele sem correr, com calma. Pois elas tem a cor que ele pediu. As outras que não tem a cor, podem ser pegas por  ele e passam a pescar com ele. Na próxima rodada o pescador e os outros que ele conseguiu pegar decidem a nova cor a ser escolhida.

Jogo acaba quando restar somente um participante do grupo grande. O que não se deixou pegar é o próximo pescador. Para iniciar novamente a brincadeira.

Em qualquer uma das brincadeiras acabar o jogo pedindo a cor Flicts!

 

  • Esperar a reação das crianças.

 

  • Abrir a roda de conversa para anunciar a história.

 

Flicts, vocês  sabem que esta cor existe e tem história ?!

Quem contou esta história foi o Ziraldo! Isso mesmo, existe um  “escritor maluquinho” que a descobriu! Quanto isso aconteceu Flicts nasceu, para todas as pessoas, que agora podem conhece-la pelo seu nome.

Pois todas as cores tem nome, e o mundo é todo colorido! Tudo no mundo tem cor!

Mas… ATENÇÃO:

Só podem conhece-la quem tem a honra de ver o livro e ler ou ouvir a história! Alguém aqui já viu o livro? Leu ou ouviu a história de Flicts?

Esperar as respostas das crianças.

Vejam o Ziraldo.

Ele também é colorido!


Mas será que é Flicts?

 Ele, o Ziraldo escreveu outras várias histórias: “Menino Maluquinho”; “A história do A”; Joelho Juvenal”, “O Menino Marrom”; “Os dez Amigos”; “Chapuezinho Amarelo”; “O Bichinho da maçã” e muitas outra histórias!

O nome certo dele é: Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. É o mais velho de uma família de sete irmãos. Seu nome vem da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: surgiu o Ziraldo, um nome único.

Além de pintor é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, escritor e colecionador de piadas.

Seus trabalhos já foram traduzidos para diversos idiomas como françês, espanhol, alemão, inglês, italiano e basco.

Ziraldo tem paixão pelo desenho desde criança. Desenhava em todos os lugares – na calçada, nas paredes, na sala de aula…

Outra de suas paixões desde a sua infância é a leitura. Lia tudo que caia nas mãos.  O resultado destes amores pelo desenho e pela leitura foi que ele criou histórias, personagens, e até viu uma cor que ninguém sabia que tinha!

Vamos pensar um pouco na cor Flicts:

 

  • Como era a vida de Flicts antes do Ziraldo descobri-la?
  • Vocês acham que ela tem idade? Se sim, quanto anos?
  • Será que ela tem sua história só em um livro? Ou virou teatro? Será?!
  • Será que virou música?
  • E brinquedo, sera que ela virou brinquedo?
  • Será que ela mora na caixa de lápis de cor? Na de 6 lápis, na de 12, na de 24 ou na de 36 lápis de cor? Tem caixa de lápis de cor maior que isso?
  • Ou mora com outras cores bem escondidinha no meio delas?

VAMOS OUVIR A HISTÓRIA E CONHECER LOGO ESTE FLICTS.

 LER A HISTÓRIA.

Destacar a assinatura do astronauta! Um autografo!

O que sera que o Ziraldo Sentiu quando Neil Armstrong – primeiro homem que pisou na Lua – confirmou que a Lua é Flicts?

 Algumas novidades  sobre o livro!

 

Hoje em 2012 Flicts tem 43 anos!

Durante estes anos todos de vida depois de ter sido descoberto pelo Ziraldo, flicts já fez de tudo um pouco.

Em 1969 foi nome de sorveteria lá no Rio de Janeiro.

Em 1972 virou um curta-metragem! Um Filme! Também neste ano ele foi trasnformado em uma peça de Teatro!

Em 1973 foi para a Televisão, em um programa da Globo especial com o tema criança.

Em 1980 foi para uma escola de Samba em Juiz de Fora – MG.

Em 2003, desfilou na escola de Samba Nenê de Vila Matilde em São Paulo, em homenagem ao Ziraldo!

Em 1980 virou música e disco! Cantado por dois grupos, um MPB4 e Quarteto em Cy.

 

O Ziraldo desenhou e pintou a capa do disco!

 Também foi escrito em várias línguas! Veja este escrito em japonês!

Até hoje podemos encontrar um CD com a história de Flicts cantata!

Para encerrar a sessão novidades a ultima é que em março 2002 o astrônomo Americano Karl Glazebrook, descobriria que a cor do Universo também é Flicts. Quando ele leu a história e viu o livro, confirmou a descoberta!

 

Se esta cor é do universo, e o universo é tão grande! Será que ela mora escondida no meio das outras cores?

Vamos descobrir o Flicts?

Podemos tentar encontra-lo no computador com a palheta de cores!

Também podemos procura-lo entre as três cores das quais nascem todas as outras.

 Veja que quadro interessante!

 

As vezes demora um pouco porque Flicts sempre fica escondida! Mas com calma e paciencia sempre acabamos encontrando.

Pois se o UNIVERSO é FLICTS E ELA É TÃO FAMOSA e já FEZ TANTAS COISAS! Apesar de diferente ela vai aparecer para quem a conhece.

 

 Artigo de :Rosana Padial

São Paulo, 31/10/2012

Fonte: httpp://www.ziraldo.com/livros/home.htm

 

Livros Andarilhos

Imagine a seguinte cena.

Você senta em um banco na praça e percebe que ao seu lado existe um livro. Olha ao redor a procura do proprietário .

Buscando pistas  pega o livro .

Resolve abrir o livro e na primeira página se depara com uma etiqueta que diz assim:

A idéia do LIVRO LIVRE está se espalhando por diversas cidades no Brasil.

http://www.livrolivre.net/

Os livros pousam em praças, pontos de ônibus, bares, hospitais…

A forma de destribuição utiliza trabalho voluntário e transporte popular, como por exempo, o carrinho de feira.

Veja este vídeo que conta um pouco mais sobre esta idéia :

Livro livre

O que  você achou do projeto ?

 Vamos espalhar  Livros Livres no Brasil  ?

Conheça outras iniciativas :

http://pinterest.com/analusis/livros-andarilhos-e-seus-amigos-poeticos/

Exercícios de ser Criança

Conhecendo um pouco sobre o escritor : Manoel de Barros

Ver referências no artigo do Blog:

http://www.fundacaobunge.org.br/semear-leitores/?p=429

Depois de apresentar o escritor destribuir trechos poéticos que remetem a relação de Manoel com a infância.

INFANTIL

O menino ia no mato
E a onça comeu ele
depois o caminhão passou por dentro do corpo do
menino
E ele foi contar pra mãe
A mãe disse : mas se a onça comeu você, como é que
o caminhão passou por dentro do seu corpo ?
É que o caminhão só passou renteando meu corpo
E eu desviei depressa
Olha, mãe, eu só queria inventar uma poesia
Eu não preciso de fazer razão

Veja outros trechos poéticos :

http://prezi.com/zrvbnz2t-nkz/criancerias/

Embebido dos sentidos poéticos de Manoel de Barros iniciar a leitura do Livro.

Atentar para a ilustração.

A investigação dos bordados pode ser um desdobramento do Projeto.

Saiba mais sobre sobre a família Dumont:

Bordados Dumont

Depois da leitura propor uma Roda de Conversa.

Escutar os sentimentos e pensamentos do grupo sobre a obra.

Provocar o grupo pra uma conversa sobre :

O que é poesia pra você ?

Mini bibliotecas Comunitárias

O lema do grupo é :

“Um grande projeto começa pequeno “

Eles vivem em Winconsin nos Estados Unidos e criaram

um movimento de pequenas bibliotecas comunitárias.

Estas casinhas que parecem de pombos, abrigam livros que podem ser  retirados gratuitamente.

A idéia é compartilhar pequenos acervos, as vezes, temáticos e com auxílio da comunidade zelar pela pequena “Little Free Library”

No site você encontra passo-a -passo como construir a sua.

http://www.littlefreelibrary.org/plans-and-tips-for-builders.html

Encontra também, em inglês , as metas do grupo de espalhar

o movimento pelo Mundo e as experiências de diferentes comunidades.

A idéia também pode ser simplificada para uma Mini biblioteca na sala de aula.

O fundamental é  plantar o AMOR pela leitura.

Saiba mais sobre as idéias de Livros andarilhos :

http://pinterest.com/analusis/livros-andarilhos-e-seus-amigos-poeticos/

Nosso amigo ventinho

CONHECENDO A AUTORA: Ruth Rocha

Nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. Monteiro Lobato foi sua grande influência. Em sua obra, essa influência se traduz pelo seu interesse nos problemas sociais e políticos, na sua tendência ao humor e nas suas posições feministas.

Ganhou os mais importantes prêmios brasileiros destinados à literatura infantil da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, da Câmara Brasileira do Livro, cinco Prêmios “Jabuti”, da Associação Paulista de Críticos de Arte e da Academia Brasileira de Letras, Prêmio João de Barro, da Prefeitura de Belo Horizonte, entre outros. Em 2002 ganhou o prêmio Moinho Santista de Literatura Infantil, da Fundação Bunge.

CONHECENDO A ILUNSTRADORA: ARTISTA PLÁSTICA SUPPA

   Tornou-se ilustradora em Paris, onde morou por dezessete anos. Ilustra textos de literatura infantil para editoras e revistas francesas e brasileiras. Trabalha também na área de publicidade e de programação visual

1º momento:

Apresentar o livro aos alunos e depois oferecer informações sobre a autora e ilustradora;

Ventinho move os barcos pelo mar, É Amigo de todos, gosta muito de ajudar. Ele brinca com as nuvenzinhas, seca roupa no varal, Todo mundo gosta dele, é um vento legal. Mas será que ele consegue impedir a chuvarada que pode acabar com a festa da criançada?

Dialogar com as crianças sobre o vento? Quem já o sentiu? Em que situações? Se ele é bom ou ruim?

Listar algumas situações que são favoráveis a sua presença…

 

Desencadear o tema de forma que as crianças expressem e reconheçam a importância e o perigo do vento… Lançar as perguntas:

O que você imagina que pode fazer um vento? (Listar em papel próprio)

O que você imagina que pode fazer um ventinho? (Listar em papel próprio)

O que você imagina que pode fazer uma ventania? (Listar em papel próprio)

 

2º momento:

Organizar a turma em semicírculo, com seu tape/almofada (Deixá-los confortáveis) para ouvir a leitura do livro: “Nosso amigo ventinho”.

3º momento:

Após a leitura dialogar sobre a ação bondosa do ventinho em reverter o tempo para ajudar a garotada na festa.

 

 

4º momento:

De acordo com o nível de escolaridade que será desenvolvida a proposta pode-se oferecer aos alunos outras informações sobre o vento que vão enriquecê-los e desencadear outros interesses e curiosidades.

Falar aos alunos sobre os Parques com energia eólica que estão sendo construídos em várias cidades brasileiras; (mostrar gravuras de catavento, biruta e o parque eólico).

Os antigos fazem uma relação muito precisa com o vento e o tempo.

Sugerir que os alunos conversem com os pais/avós sobre: Quais os conhecimentos que eles têm sobre o vento e a relação com o tempo?

5° momento:

Propor aos alunos a construção de um catavento – Cada aluno deverá construir o seu e depois experimentá-lo em movimento.

O catavento é um dispositivo que aproveita a energia dos ventos (energia eólica).

O catavento é um brinquedo que imita a técnica dos moinhos de vento, eles aproveitam a força do vento para fazer girar suas aspas

Biruta - Com arame em forma de coador, um pedaço de tecido e uma vara de bambu as crianças vão observar se há movimento e a orientação do ar. Muito usada nos aeroportos.

Parque Eólico é uma usina de produção de energia eólica. O Brasil está instalando vários parques para abastecer as cidades com essa energia.

Artigo escrito por : Maria Mirta Calhava

Sete Histórias para sacudir o esqueleto

Autora e ilustradora: Angela Lago

Editora: Cia das Letrinhas

Ano: 2002

1.    APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Mostrar a capa do livro aos alunos, ler o título e instigá-los a adivinhar do que trata a história. Solicitar a eles o levantamento junto aos pais, se eles conhecem alguma história de assombração, histórias de defuntos que voltam assustar os vivos.

- No dia seguinte, pedir aos alunos para contar as histórias de assombração que ouviram junto aos pais.

- Reunir os alunos em pequenos grupos e pedir para escolherem um personagem engraçado das histórias e imitar.

- Apresentar o livro e a autora (Indicação Literária)

 

Sinopse:

O livro contempla sete casos de assombração (e de esperteza), narrados numa linguagem que recria o humor, o jeito e o ritmo mineiro de contar. Há esqueletos e cemitérios, defuntos falsos ou não, sonho e realidade em interferências mútuas de arrepiar. Como o nome já diz são sete histórias de terror de Bom despacho, todas com muito humor e fantasia. São contos que nos faz sentir uma pontinha de medo, ao mesmo tempo muita a vontade de rir.  Delicie-se com o livro “Sete histórias para sacudir o esqueleto”, colhidos na melhor tradição popular brasileira. Essas histórias que, de forma bem humorada, narram as peripécias de defuntos “que não morreram”, fantasmas, esqueletos e gente distraída que caminha à noite pelos cemitérios!

Quem é a autora? 

Angela Lago  nasceu em Belo Horizonte1945), é uma escritora e ilustradora brasileira. A maior parte de sua obra é dedicada às crianças. Em alguns de seus livros não usa palavras, apenas imagens. Entre suas obras destaca-se Cena de Rua, premiado na França e na Bienal de BratislavaCena de Rua foi publicado no México, na França, nos Estados Unidos da América e no Brasil. Ângela Lago, inicia sua formação superior na Escola de Serviço Social da Universidade Católica de Minas Gerais. Frequentou o atelier do escultor Bitter, com um grupo de artistas plásticos. Em 1969, leciona na Escola de Serviço Social ensinando crianças com dificuldades psico-pedagógicas e psiquiátricas. Em 1975, abre seu próprio atelier de programação visual para publicidade, onde criou marcas, logotipos, propaganda institucional entre outros. A autora possui diversas obras contendo ilustrações e textos próprios nacionais, ilustrações de livros para outros autores nacionais, livros com textos e ilustrações da autora no exterior, ilustrações para livros de outros autores estrangeiros. Das diversas obras que a autora possui, podemos destacar a obra Sangue de Barata. Resultante da relação entre texto poético e desenho.

 

Algumas de suas obras:

  • Cena de Rua, Editora RHJ, Belo Horizonte, 1994
  • A festa no céu, Editora Melhoramentos, São Paulo, 1995
  • Um ano novo danado de bom, Editora Moderna, São Paulo, 1997
  • A novela da panela, Editora Moderna, São Paulo, 1999
  • Sete histórias para sacudir o esqueleto, Companhia das Letrinhas, São Paulo, 2002
  • Muito capeta, Companhia das Letrinhas, São Paulo, 2004
  • O bicho folharal, Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2005
  • João felizardo, o rei dos negócios, Cosac-Naif, São Paulo, 2006
  • Um livro de horas, Editora Scipione, São Paulo, 2008

 

Algumas premiações

Prémio Iberoamericano de Ilustración,La Consejeríade Cultura, Junta de Andalucia, Sevilha, Espanha, 1994. Prêmio Octogone de Ardoise 1994-1995, Prix Graphique, Centre International d’ Etudes en Littératures de Jeunessa, Paris, pelo livro Cena de Rua. BIB Plaque, Prêmio da Bienal Internacional da Bratislava, 2007, pelos originais ilustrações do livro João Felizardo o rei dos negócios. Prêmio Jabuti, Categoria Melhor Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil, 2008, Câmara Brasileira do Livro, pelo livro João Felizardo, o rei dos Negócios. Prêmio de melhor ilustração na produção de 2008 pela FNLIJ com Um livro de horas.

3. Fazer a leitura explorando o título – questionar que informações os alunos esperam encontrar nesta história. Ler a história pausamente

 

2.  DURANTE A LEITURA: 

  • Interromper a leitura, a cada final de conto, e questionar as crianças sobre as informações importantes para a compreensão da história.
  • Mostrar as ilustrações, destacar detalhes.
  • Relacionar informações da história, com o que as crianças anteciparam sobre uma a história.
  • Pedir para ouvirem com atenção e cada um  deve escolher o conto que achou mais engraçado.

 

Após a leitura

  • Explorar o título do livro novamente: Sete histórias para sacudir o esqueleto”? levantamento de quem são os personagens? Fazer a votação com alunos da história mais engraçada.
  • Propor a produção de uma peça de teatro desta história, oportunizando aos alunos assumirem todos os papeis na produção: textos ( produção coletiva, apresentar modelos de textos teatrais ), figurino, músicas, cenário.
  • Apresentar a peça para outras turmas da escola.

 RELAÇÃO COM OBRA DE  ARTE

Apresentação de alguns quadro de Edvard Munch – em data show e fazer a leitura da imagem com as crianças.

Proposta de leitura de imagens.  Criação de uma imagem em grupos de 10 alunos, em que cada aluno deve expressar com desenho, pintura ou colagem  (objeto, figura, etc) que lhe veio a mente ao ouvir a história ”Sete histórias para sacudir o esqueleto” e ver os quadro de Edvard Munch, integrando o tema do livro com as imagens apresentadas de Edvar Munch.

Red Virginia Creeper

O GritoEdvar MunchA obra “O Grito”, de Edvard Munch, foi vendida em um leilão nesta quarta-feira (2) por US$ 120 milhões –ultrapassando, assim, os US$ 106,5 milhões de “Nu, Folhas Verdes e Busto” de Pablo Picasso, o máximo alcançado até agora por um quadro em um leilão.

No site abaixo  ver O Grito /// Famoso quadro de Edvard Munch vira animação 3d

http://paprica.org/2012/01/o-grito-famoso-quadro-de-edvard-munch-vira-animacao-3d/

O Grito, do artista norueguês Edvard Munch, é um dos quadros mais famosos do mundo. A pintura tem quatro versões, com diferentes níveis de acabamento, duas delas já foram roubadas e recuperadas algum tempo depois pelas autoridades norueguesas. Já presente no imaginário popular, O Grito agora ganha uma versão animada, por Sebastian Cosor. A animação tem direito até a trilha sonora do Pink Floyd, confira.

  • Preparar uma festa Halloween – com fantasias de bruxas, morcegos, esqueletos com concurso de fantasia.

Mediação elaborada por: Helena L. de Souza Bartnik 

Max Velthuijs

Max Velthuijs nasceu em Haia, em 1923 e  faleceu em 25 de janeiro de 2005. Sempre se destacou por gostar de desenhar

Estudou pintura e design gráfico na Academie voor Beeldende Kunsten (Academia de Artes Visuais), em Arnhem. Após o término da 2ª guerra mundial , retornando para Haia começou a fazer impressões políticas e recebia comissões para cartazes, selos postais, capas de livros, filmes de animação, publicidade e spots de TV.

Destacou-se como grande ilustrador na Holanda.

Em 2004 recebeu no auge de sua  carreira o com  o Prêmio Hans Christian Andersen 2004 para ilustradores.

Em seus livros trata de temas existenciais. As ideias complexas  são apresentadas  com imagens  que retratam formas de como lidar com o preconceito , o amor, solidariedade, e medo.

Amava os animais. Rã, pato, porco são personagens de sue livros  Sobre o Sapo apareceu livros de imagens bonitas, muitos dos quais foram premiados.

É o autor de livro:

  • O sapo apaixonado
  • O sapo no inverno
  • O sapo tem medo
  • O sapo e a pata
  • O sapo é sapo
  • O sapo é herói
  • O sapo num dia especial
  • O sapo está triste
  • O sapo e o canto do passarinho

ONDE TEM BRUXA TEM FADA….

Autor: Bartolomeu Campos Queirós

Ilustrador: Suppa

Editora: Moderna

Antes da Leitura:

Roda de conversa sobre Fadas: propor à turma, “perseguir” esta personagem, fazendo um levantamento das histórias em que ela aparece, quais são as características, qual é a importância dessa personagem na trama.  Fazer um registro coletivo destas informações.

Lançar o seguinte desafio à turma: imaginem o que aconteceria se uma FADA aparecesse na nossa cidade? Como ela seria? Como as pessoas a receberiam? Será que alguém acreditaria nela?

Quais pedidos as crianças ( que com certeza acreditariam mesmo na fada ), fariam a ela? Propor que, em grupos, registrem suas ideias utilizando desenhos.

Roda de discussão e socialização entre os grupos.

 Apresentar o livro e explorar o título – questionar que informações os alunos esperam encontrar nesta história.

 Falar sobre o autor: 

Nascido em Pará de Minas, Minas Gerais, em 1944, Bartolomeu Campos Queirós é autor de vários livros para crianças, de peçasteatrais e textos sobre arte-educação. Teve o seu primeiro livro, O Peixe e o Pássaro, publicado em 1971. Depois vieramPedro, Onde Tem Bruxa Tem Fada, Faca Afiada, Ciganos, Flora, Indez, Correspondência,Cavaleiros das Sete Luas, Por Parte de Pai, entre outros.

Recebeu os mais significativos prêmios no Brasil pelo seu trabalho literário: Selo de Ouro da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Prêmio Bienal Internacional de São Paulo, Prêmio Prefeitura de Belo Horizonte, O melhor para Jovem, Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, Grande Prêmio da APCA — AssociaçãoPaulista dos Críticos de Arte, Prêmio Orígenes Lessa — Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, Diploma de Honra do IBBY, Quatrième Octogonal — França, Rosa Blanca de Cuba, Bienal de Belo Horizonte.

Bem-humorado, apreciador do silêncio, Bartolomeu costuma dizer: “Sou frágil o suficiente para uma palavra me machucar, como sou forte o bastante para uma palavra me ressuscitar”.

 

Durante a leitura: 

  1. Interromper a leitura em momentos importantes e questionar as crianças ou chamar a atenção delas para informações importantes para a compreensão do restante da história.
  2. Chamar a atenção para as ilustrações.
  3. Relacionar informações da história, com o que as crianças anteciparam sobre uma fada na cidade atualmente.

 

Após a leitura

  1. Explorar o título do livro novamente: Onde tem bruxa, tem fada. Nesta história, quem é a bruxa? Por que o autor cita a bruxa no título?
  2. Propor a produção de uma peça de teatro desta história, oportunizando aos alunos assumirem todos os papeis na produção: textos ( produção coletiva, apresentar modelos de textos teatrais ), figurino, músicas, cenário.
  3. Apresentar a peça para outras turmas da escola.

 

Artigo escrito por : Lilian Natal