Mediadores mirins de leitura: o prazer de compartilhar

A leitura por si só é um prazer! Ela nos transporta a novos mundos, novas possibilidades…a leitura alimenta a nossa imaginação, nos impulsiona aos sonhos e a mudar a nossa realidade. Nesta perspectiva, instigamos, no ano de 2013, as escolas parceiras da Fundação Bunge, em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, a desenvolver ações pontuais com diversos tipos de leituras: poesias, contos, cantos e encantos. Tudo que pudesse dar prazer aos alunos através do contato com os livros! E depois da leitura saboreada, o que fazer? Então pensamos em preparar grupos de crianças para mediar leituras para outras crianças, para aquelas que ainda não dominavam a escrita propriamente dita, mas que podiam entrar na roda literária e desenvolver o gosto pelo ato de ler e, consequentemente, obter mais sucesso em suas aprendizagens relacionais, sociais, acadêmicas e afetivas.

            Nesta perspectiva, organizamos um grupo de alunos do 4º e 5º anos das escolas (selecionados pela própria escola) para receberem uma formação para mediar leitura aos colegas do contraturno do Jardim e 1º ano, chamado “Projeto de Mediadores Mirins de Leitura”.

            A preparação levou em consideração os seguintes pontos:

A seleção e escolha dos livros a serem utilizados;

A dinâmica a ser usada nas mediações;

O comprometimento afetivo e a responsabilidade do mediador;

            Quanto à seleção e escolha do livro, o mediador deve considerar a faixa etária das pessoas que vão ouvir, o tipo de livro, a mensagem que ele traz, etc. Quanto à dinâmica a ser usada, muito cuidado: nada de exageros, com o espaço, com os gestos, com o tom de voz. Tudo deve ser dosado: gestos adequados (nada de assustar a criançada para criar medos) e mudanças de voz podem ser inseridas (dando ideia de alternâncias de personagens). O mediador de leitura tem que passar ao ouvinte a ideia de que os fatos contados, narrados são verdadeiros, por mais irreal que pareçam (isso é bem fácil quando se trata de crianças pequenas!). O comportamento afetivo do mediador com o grupo é fundamental, principalmente o olhar que é um vínculo muito forte, passa além da segurança a presença afetiva.

Quando o mediador lê uma história de forma clara e agradável, o ouvinte imediatamente se interessa pelo assunto, o que os aproxima ainda mais, e desperta em si outros desejos de ouvir.

Encantadas com o êxito do projeto, as escolas solicitaram uma segunda versão para este ano, agora com objetivos mais ousados: transpor os muros da escola, proporcionando medições de leitura em creches da comunidade, abrigos e asilos. Estamos agora com uma missão ainda maior, mas por certo tão prazerosa quanto foi a primeira!

Maria Mirta Calhava, consultora do Semear Leitores em Rio Grande (RS)

Não basta ser pai, tem que participar

Pais de alunos do 2º ano da Escola Municipal Vânia Aparecida Santos Ribeiro, de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia, foram convidados, pela primeira vez, a contar a história de seus filhos. O Espaço de Leitura Cecília Meireles recebeu a temática “Nascemos e Crescemos”.

A professora da turma Juciene Vieira Carvalho, deu início ao trabalho por meio da leitura de livros que subsidiassem a abordagem inicial do tema. Como proposta complementar, pais de três dos seus alunos fizeram  narrativas sobre a vida de seus filhos, desde o momento em que nasceram. Durante as histórias, as mães mostravam alguns pertences, que ajudavam as crianças a melhor contextualizar as narrativas.

O objetivo da atividade, que está apenas começando, é envolver pais e responsáveis na educação das crianças, por meio da leitura e o exercício da oralidade.

 

Por: Rosa Maria Silva Furtado, Consultora de Luís Eduardo Magalhães (BA)

Monteiro Lobato

Certamente você conhece os seus personagens: Emília, Narizinho, Pedrinho, o Visconde de Sabugosa, Dona Benta, tia Anastácia…

 

Mas o que você sabe do escritor Monteiro Lobato ?

Saiba mais sobre a sua Biografia

lendo o livro da Coleção Crianças Famosas  em nosso acervo.

Você pode também assistir uma entrevista  da

pesquisadora  Marisa Lajolo, especialista na obra do autor.

Monteiro Lobato sempre tem algo para nos ensinar :

Hocus Pocus – Um Pai de Presente

 Os alunos organizaram-se sentados nos sofás e Pufes da Biblioteca Monteiro Lobato ,no chão, formando um círculo.

O livro foi apresentado

e em seguida foi feita a leitura do mesmo, pausadamente,

mostrando as gravuras à medida que a leitura ia sendo feita.

 Seguiu-se então uma roda de conversa sobre o tema “Pai”.

De início alguns alunos estavam meio tímidos para falar de seu relacionamento com seu pai. Mas depois foram se “soltando” e começaram a falar. Pôde-se perceber que alguns têm um bom relacionamento com seu pai e outros gostariam que o relacionamento fosse diferente.

Há na classe diversas situações: alunos que moram com o pai, alunos cujo pai mora longe e raramente o veem, alunos que não conhecem o pai, alunos que tem outra pessoa (avô, padrasto, irmão mais velho) fazendo o papel de pai.
Estas situações foram discutidas e eles concluíram que não necessariamente a figura do “pai” em sua vida é o pai biológico. O importante no relacionamento entre as pessoas de uma família é o amor, a solidariedade, a colaboração.

 A seguir, ouviram a Música Pai  de Fábio Júnior.

Foram feitos alguns comentários sobre a música.

 Em seguida, voltamos para sala de aula, formaram-se os grupos.

Cada grupo recebeu algumas revistas velhas. Foram orientados a recortar figuras que mostrassem pais com seus filhos e depois elaborassem um poema sobre o relacionamento entre pais e filhos. Finalmente, com as figuras e os poemas (depois de reestruturados), cada grupo fez um painel que ficou exposto no mural da sala, no mural da biblioteca e no pátio da escola .

Oficina desenvolvida por: Lucélia Silva

Um hospital de livros ?

 

Em algumas bibliotecas existe o costume de ter uma caixa ou cesta pra colocar  livros danificados pelo tempo ou algum acidente.

A idéia de ter este espaço  é de sinalizar a importância do cuidado com os livros e normalmente acontecem Oficinas com as crianças de reparo ou encadernação.

Ensinar o amor a Biblioteca passa por ensinar;

Dicas de cuidado com os livros

Vale combinar com as crianças as regras de convivência na Sala de leitura

LEITURA E DIVERSÃO

O período de férias escolares é de diversão e descanso, para que os alunos se preparem para o ano letivo. É, também, um ótimo momento para desenvolver, nas crianças, o hábito da leitura por puro lazer, de forma independente do ambiente escolar.

Pensando nisso, preparamos uma lista de 10 bons livros de literatura infantojuvenil para divertir a criançada.Confira:

Foto: Nicki Dugan, Via Wikimedia Commons

Sete histórias para sacudir o esqueleto

Angela Lago
São sete casos de assombração e esperteza, narrados numa linguagem que recria o jeito e o ritmo mineiro de contar. Com esqueletos e cemitérios, defuntos falsos ou não, sonho e realidade, o livro mistura suspense com humor.

Até as princesas soltam pum
Ilan Brenman
Esta obra conta a história do dia em que o pai de Laura pegou o “livro secreto das princesas” e contou para a filha algo que ninguém sabia. O livro convida os pequenos leitores a descobrirem que segredo é este.

Chapeuzinho amarelo
Chico Buarque
O premiado livro de Chico Buarque faz uma releitura do clássico Chapeuzinho Vermelho. Chapeuzinho é uma bela menina que sofre de um mal terrível: sente medo do medo. Enfrentando o desconhecido, ela supera medos, inseguranças e descobre a alegria de viver. O livro traz os traços do cartunista Ziraldo.

Malvina
André Neves
Malvina inventa uma máquina de despreocupação, para ajudar sua mãe a não ocupar demais a cabeça com tantos problemas, assuntos e complicações. Mas um inesperado acontece: onde foram parar suas ideias?

Da Pequena toupeira que queria saber quem tinha feito cocô na cabeça dela
Werner Holzwarth
Certa manhã, quando a toupeirinha ia saindo de sua toca, alguém faz cocô em sua cabeça. Para descobrir quem foi, ela interroga todos os animais que encontra no campo, e os bichos, para se inocentar, exibem os respectivos cocôs à toupeira.

365 pinguins
Jean-Luc Fromental / Joelle Jolivet
Amanda e Téo recebem uma encomenda inesperada: um pinguim acompanhado por um bilhete recomendando que cuidassem dele. A situação se repete durante um ano inteiro, até que a casa da família fica tomada por 365 pinguins!

A verdadeira história da Chapeuzinho Vermelho
Agnese Baruzzi e Sandro Natalini
O livro revela segredos do clássico conto. Cansado de ser sempre o vilão da história, o Lobo pede a ajuda de Chapeuzinho para se tornar um bom personagem. Ele acaba conquistando grande popularidade, o que deixa a menina cheia de ciúmes.

Bruxa, Bruxa venha a minha festa
Arden Druce
Uma garota pede para que toda a sorte de seres assustadores compareça a sua festa. Bruxa, Gato, Espantalho, Coruja, Árvore, Duende, Dragão, Pirata, Tubarão, Cobra, Unicórnio, Fantasma, Babuíno, Lobo e… Chapeuzinho Vermelho?! Uma história diferente e criativa que mostra a fidelidade da amizade infantil.

O grúfalo
Júlia Donaldson e Axel Scheffler
Usando de astúcia e imaginação, um ratinho vai criando um monstro terrível e assustador – o Grúfalo – e se diverte espantando seus predadores. Mas qual não é seu espanto ao ver sua imaginação personificada à sua frente.

Viagem ao Centro da Terra em quadrinhos
Júlio Verne
A aventura clássica de Júlio Verne é fielmente recontada em quadrinhos. Tudo começa com uma antiga mensagem em código secreto, que leva o professor Lidenbrock e seus acompanhantes ao coração de um vulcão, e de lá para as profundezas da Terra, em uma incrível jornada subterrânea.

 

Pedro e a Lua

TÍTULO: PEDRO E A LUA
Autor e Ilustrador: Odilon Moraes
ATIVIDADES LÚDICO-PEDAGÓGICAS
Público alvo: 3º aos 5º anos

SOBRE O LIVRO:
Pedro é encantado pela noite e seus mistérios, tem um fascínio imenso pela lua e descobre que ela é que faz a noite ficar clara e brilhante. Em um livro ele descobriu que a lua era uma pedra e foi logo relacionando que as pedras encontradas por ele tinham caído da lua. Num raciocínio lógico e afetivo imaginou que essas pedras sentiam saudades de sua casa e ia colocando-as uma em cima da outra, para ficarem mais perto de sua casa. Certo dia encontra uma tartaruga e viu que o casco se assemelhava a uma pedra, ficaram amigos. Ele deu o nome de Lua à tartaruga que passou a ser sua melhor amiga. Laços fortes se firmaram… Imaginem o que pode acontecer quando um deles sai de órbita, por certo a cadeia se rompe! Assim aconteceu: Pedro foi viajar de férias e sua amiguinha sentiu muitas saudades… Tanta saudade que meteu sua cabeça no casco e não mais saiu dela. Na volta de Pedroele a encontrou assim, triste como uma noite sem lua, como um dia sem sol. O que pode acontecer então? Um final trágico ou feliz?

SOBRE O AUTOR:


Odilon Moraes nasceu em São Paulo, em 1966, passou a infância e a adolescência no interior paulista. Talvez daí venha seu gosto por histórias simples e bem contadas, seja como escritor, seja como ilustrador, atividade que começou em 1989, antes mesmo de concluir o curso de arquitetura.Estreou como autor com A princesinha medrosa, publicado em 2002, agora em nova edição pela Cosac Naify, mesma casa pela qual lançou Pedro e Lua (2004). Ambos receberam o Prêmio de Melhor Livro do Ano, oferecido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

OBJETIVOS:

Despertar nas crianças o gosto pela leitura e proporcionar uma discussão sobre as relações de amizade e carinho;
Buscar subsídios para melhor entendimento do sistema solar, em especial pela lua;
Pesquisar junto à família a relação homem e a lua e suas descobertas atuais;
Produzir maquetes com o sistema solar identificando-os;
Características do astronauta: roupa, alimentação, viagens e outras curiosidades;

1ª Atividades:
RODA DE CONVERSA: Estimular diálogos entre as crianças sobre o que o livro trata; Quem será o Pedro, nessa história? Qual a sua relação com a lua? O que a lua representa para a noite?O que o sol representa para o dia?Instigar os alunos na busca de conhecimento sobre o sistema solar;

Falar para as acrianças um pouco sobre o autor/ilustrador. Explorar a capa do livro que no escuro as estrelas são brilhantes…

2ª Atividade:
 Imaginar como será o personagem principal – Pedro – formar pequenos grupos e produzir através de artes plásticas, desenhos, técnicas de recorte, ou descrição escrita das características pessoais,…

 O livro trata de uma relação de amizade, com quem poderá ser? (listar nome ou reproduzir artisticamente)

3ª Atividade:
Leitura do livro Pedro e a Lua e exploração do texto.

Comparar os desenhos construídos ou características listadas após a leitura;

 Qual/quais grupo(s) acertou/acertaram com o animalzinho de estimação?

Instigar os alunos a falarem sobre “amizades” comparando com a de Pedro e a Lua;

Estimular pesquisa em livros, internet e na própria família sobre as questões relacionadas ao sistema solar;

 Fazer maquetes sobre o sistema solar

A exploração da lua, os astronautas, vestes, comidas;

4ª Atividade:
 Como você viu na história Pedro viajou de férias e por certo fez novas amizades. Quando retornou encontrou sua amiga tartaruga Lua muito triste. Ela sentiu tanta saudade que nem queria mais brincar. Pedro pensou em escrever para um desses amigos e pedir ajuda para saber como poderia reconquistar a amizade de “Lua”.

 Retomar aos grupos formados inicialmente e redigir uma “carta coletiva”

Elaborado por: Maria Mirta Calhava de Oliveira
 

Olha, um LIVRO !

Autora: Libby Gleeson

Ilustradora: Freya Black Wood

1ª etapa: Vamos explorar o livro – momento de explorar a linguagem oral, aguçar a curiosidade e brincar de antecipar o que está por vir.

I) Cores e formas

Qual a forma do livro?

Ele parece grande ou pequeno? É grosso ou fino?

Qual a cor predominante na capa?

II) Ilustração da capa

Qual será a idade das crianças que aparecem na capa?

Será que elas sabem ler?

Por que será que estão descalsas?

O que elas encontraram no chão?

Qual a expressão delas?

Por que será que um livro causou tanto espanto às crianças?

Com base na ilustração da capa, que tipo de história nos espera?

III) O título do livro

Por que será que no título do livro há um ponto de exclamação?

Por que o destaque da palavra LIVRO?

Quem lembra de um livro muito especial? Conte sobre ele?

IV) Leitura da contra capa – texto e imagem

Como a presença de um livro, pode mudar a paisagem ao redor?

Como uma coisa comum pode se tornar mágica?

Como algo familiar pode se tornar fantástico?

Até onde será que um livro pode nos levar?

A imagem da contra capa será real, ou fruto da imaginação vivida a partir da leitura?

Proposta de atividade:

Quem já viajou através de um livro? Como foi e para onde foi essa viagem?

(*)Sugerir que as crianças registrem essa viagem através de um desenho. Depois, solicitar que apresentem o desenho e compartilhem a “viagem” com os colegas.

(Sugestão: fazer uma exposição dos trabalhos)

2ª etapa: A leitura

1) Antes de iniciar a leitura, explorar junto ás crianças: o que já sabemos sobre a história?

Ou o que pensamos que já sabemos sobre a história?

2) Antes da leitura, o mediador apresenta todas as ilustrações e pede às crianças que identifiquem as imagens reais e as imaginárias.

3) O mediador retoma as ilustrações e sugere que, a cada página, as crianças criem uma história coletiva.

4) Num segundo momento, o mediador pode sugerir o registro coletivo da história.

O professor pode ser o escriba da turma.

5) Finalmente, a leitura do texto é feita pelo mediador.

3ª etapa: O final da história

Depois da leitura, abrir para discussão com os alunos: quem será que escreveu a história: a autora e a ilustradora? Vamos conhecer mais sobre essa dupla de australianas.

O que o livro mudou na vida dessas crianças?

Como é o lugar em que essas crianças vivem? Como o livro transformou esse lugar?

O que vocês acharam das ilustrações? E do texto do autor? E do texto construído coletivamente? O que vocês mais gostaram no livro? O que não gostaram? O que mudariam na história?

4ª etapa: A história acaba, mas a leitura continua…

Sugerir aos alunos que levem o livro para casa e sejam contadores de histórias para os pais, avós, irmãos e, depois, compartilhem a experiência com o grupo.

Contribuição da consultora :  Maria Helena Marques Rovere

Por quê?

Livro: Por quê?

Autora e ilustradora: Lila Prap

Editora: Biruta

 

O livro “Por quê?” traz perguntas curiosas, que toda criança faz ou fará um dia, sobre os animais:

Por que as hienas riem? Por que as zebras têm listras? Por que as girafas têm pescoço comprido? Entre várias outras. E traz também, além das explicações científicas, respostas típicas de crianças: zebras são cavalos de pijamas, para ficar com suas cabeças nas nuvens, não sei, não faço ideia…..

É um livro divertido, interativo e que tem tudo a ver com o universo curioso da criança.

Antes da leitura do livro:

1. Dividir a turma em grupos

2. Entregar um papel com uma pergunta do livro para cada grupo e pedir que respondam à pergunta (do jeito que sabem ou que imaginam) e façam uma ilustração.

3. Socializar perguntas, respostas, desenhos. Fazer um painel na classe com as perguntas e ilustrações.

4. Fazer uma roda de conversa sobre os porquês. Conversar sobre outras curiosidades que têm sobre os animais ou qualquer outra coisa.

Durante a Leitura:

1. Apresentar o livro, explorar título, autora/ilustradora

2. Ler para as crianças o texto de apresentação do livro, no qual a autora propõe como desafio, que as crianças inventem também suas próprias respostas e façam suas próprias ilustrações.

3. Ler o livro, explorando o que é resposta científica e explorando as ilustrações.

4. Conferir se houve alguma resposta do livro que coincidiu com as respostas das crianças.

Depois da leitura:

1. Conhecer, ouvir, cantar a música Oito anos (Adriana Calcanhoto)

Por que você é flamengo
E meu pai botafogo?
O que significa
“impávido colosso”?

Por que os ossos doem
Enquanto a gente dorme?
Por que os dentes caem?
Por onde os filhos saem?

Por que os dedos murcham
Quando estou no banho?
Por que as ruas enchem
Quando está chovendo?

Quanto é mil trilhões
Vezes infinito?
Quem é Jesus Cristo?
Onde estão meus primos?

Well, well, well
Gabriel…
Well, Well, Well, Well…

Por que o fogo queima?
Por que a lua é branca?
Por que a terra roda?
Por que deitar agora?

Por que as cobras matam?
Por que o vidro embaça?
Por que você se pinta?
Por que o tempo passa?

Por que que a gente espirra?
Por que as unhas crescem?
Por que o sangue corre?
Por que que a gente morre?

Do que é feita a nuvem?
Do que é feita a neve?
Como é que se escreve
Re…vèi…llon

Well, Well, Well
Gabriel…(4x)

2. Conversar sobre o significado de “Well, Well, Well, Gabriel”.

3. Propor a criação do livro “Por quê?”, da turma:  Cada grupo ou dupla vai escolher uma pergunta da música 8 anos para responder, como no livro da Lila: registrar a resposta que eles têm para a questão e também pesquisar qual é a explicação científica.

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Pensar numa forma legar de escrever pergunta e respostas na folha

(como está no livro).

Não é necessário seguir o modelo da autora, eles podem criar novas formas.

Mediação de : Lilian Natal