Malvina

Esta é uma história escrita e ilustrada por André Neves.

O André Neves é um personagem da vida real muito presente aqui neste blog.

Com esta história é a quinta vez que nos encontramos com o André Neves aqui no Semear Leitores.

Mostrar a capa do livro para as crianças.

E a história começa assim:

“MALVINA, não era fada, mas tinha nome de feiticeira. Feiticeira também não era, mas, quando queria, voava na vassoura que ela mesmo inventou.”

Mostrar a primeira página da história para as crianças, e destacar o rosto da personagem.

Vejam o rosto da Malvina, o que vocês acham do rosto dela?

 Destacar um detalhe no desenho, o rosto da Malvina. Por que o nariz da Malvina é feito de escrita? (Deixar as crianças falarem sobre suas hipóteses.)

Será que sua familia é assim?

Sem concluir a questão iniciar a leitura da história.

Ler a história para as crianças e destacar as ilustrações que nesta história é fundamental. Para isso sugiro que cada desenho da Malvina e suas invenções sejam copiados e ampliados depois fixado em um papel cartão, para que possa passar de mão em mão no grupo de crianças, durante a leitura e a apreciação da história e as invenções da Malvina.

Ao concluir a leitura retomar a questão do nariz da personagem. E rever a hipóteses das crianças.

Como vocês imaginam a Malvina? Seria uma pessoa arteira, curiosa ou criativa? Por que?

O que é ser arteira?

O que é ser curiosa?

O que é ser criativa?

Quando criamos algo ele pode funcionar e mudar a vida de muitas pessoas! .

Veja este link de algumas principais invenções:

http://bit.ly/14gerVU

Será que há idade para se inventar ou criar algo? O que vocês acham?

Vejam uma lista de inventores com menos de 16 anos!

http://bit.ly/1a3zo5w

Há outras invenções que não mudam a vida de  muitas pessoas, mas pode interferir na vida de quem cria? O que acontecia com a Malvina e a Mãe dela?

Agora se preparem, pois vou lhes contar uma novidade. Inventar e criar coisas é tão importante que na cidade de São Paulo tem o museu do inventor!

Pois é coisas que foram inventadas mas nem todas utilizadas!

Mas TODAS ESTÃO MUITO BEM GUARDADAS POIS EM CADA UMA HÁ UM APRENDIZADO DIFERENTE.

No site do Museu podemos entrar, visitar e conhecer algumas invenções e seus inventores!

Vejam:

http://bit.ly/1eaMIYD

Por fim uma ultima pergunta: O que motiva uma pessoa inventar alguma coisa?

Ah! Isso é assunto para muitas horas e invenções vocês não acham?

Artigo escrito por:

Rosana Padial

Consultora Jaguaré

 

Orelhas de Mariposa

Bullyng – é uma forma de violência física e/ou psicológica que destrói a autoestima de uma pessoa.
Ocorre na escola, no trabalho, em qualquer lugar em que a pessoa possa conviver socialmente.
Não existem ainda estudos estatísticos e direcionados para definir a extensão do fenômeno (que não é novo, mas vem se agravando cada vez mais). O que se sabe é que pessoas comuns são levadas, em função do bullyng, a condições tais de perturbação, chegando a consequências extremamente perigosas para elas mesmas, como suicídio, ou contra outras pessoas direcionadas ou não aos atos de violência.
Não existe uma fórmula mágica para resolver a questão.
Mas vale ficar atento, conversar, dialogar, resgatar valores familiares.
Como sugestão de leitura  para começar com os pequenos, o livro Orelhas de Mariposa, de Luisa Aguilar e ilustração de André Neves. O assunto é tratado de forma poética e planta boas sementes nos nossos corações. As ilustrações nos dão uma sensação de leveza, sonho e bem-estar.

Autora: Aguilar, Luisa

Ilustrador: Neves,André

Editora: Callis

Categoria: Literatura Infanto-Juvenil / Literatura Crianças 8-11 Anos

Luisa Aguilar (Astúrias, 1974) formada em Trabalho Social, pertence atualmente à companhia espanhola de teatro Kamante, para a qual escreve peças. Seus textos já receberam diversos prêmios europeus, entre eles, o Prêmio Asturias de Artes Cênicas em 2006, e o prêmio de melhor espetáculo na Feira Europeia de Teatro para Meninos e Meninas (Feten) em 2007.

Desde 1999 concilia a sua atividade interpretativa com a dramática, elaborando os textos dos espetáculos estreados pelo Kamante Teatro até à atualidade.

Reflexão inicial:

A leitura é um instrumento de acesso à cultura e à realidade social de grande importância no desenvolvimento do ser humano. Como fonte de informação, possibilita a percepção da realidade do indivíduo, de seus problemas e conflitos, facilitando a aquisição de diferentes pontos de vista sobre esta realidade, pois a pessoa bem informada tem noção dos seus direitos e deveres, podendo exercer sua cidadania com maior facilidade.

Num enfoque amplo de leitura, o ensinar a ler para aprender deve ser acompanhado do ensinar a ler para produzir sentidos. Portanto, o ato de ler deve ser compreendido como uma dinâmica interativa que vincula a linguagem à realidade, possibilitando melhor percepção do indivíduo no universo das palavras e do contexto a que se refere. A experiência de leitura é de natureza dialógica e sua realização se desenvolve no fluxo do diálogo da novidade com o conhecimento, circunstanciado por sensações, emoções, ideias efêmeras, mas com mil desdobramentos.

Ler é, portanto, concretizado por um sujeito-leitor inserido num contexto sociocultural, com a sua trajetória de vida e expectativas. Daí, concluir-se que a leitura deve ser incluída no contexto da comunicação humana em suas mais variadas formas. Leitura significativa é aquela que nos permite relacionar significados.

No meu desafio de construir um texto sobre a mediação do livro “Orelhas de Mariposa”, encontrei o depoimento reflexivo  de Kathleen Irizaga[i], mãe de aluna em idade escolar, que analisa a obra associando-a a  Pollyanna.  Para a autora, realizar uma leitura, mais do que passarmos nossos olhos sobre palavras e textos, é construir um novo universo através daquilo que conseguimos enxergar além do que é visível. Ler  é conseguir transformar palavras em objetos nos quais conseguimos referência para aquilo que podemos entender como conhecidos, possíveis de serem relacionados com algo que nos é familiar, ou faz sentido.

Assim, ler é trazer para nosso mundo individual pedacinhos de mundo visto pelas demais pessoas, mas que para nós mesmos, em nosso universo particular, se tornam outra atmosfera, outro espaço de conhecimento/assimilação. Kathleen Irizaga, 2013, em suas memórias de leituras infanto-juvenis, trás o livro Pollyanna (Eleanor H. Porter) como uma história que marcou sua vida. Para ela houve identificação pelo fato de ser ela uma menina e trazer uma proposta de filosofia de vida simples e importante: o Jogo do Contente. Não era um jogo, estruturado ou de videogame, longe disso! Mas um jogo com o pensamento: ver sempre o lado positivo das coisas, dos fatos e não ater-se ao lado ruim, desesperançador. A menina diante de adversidades da vida arranjou em si, uma maneira de viver feliz, lidando com situações difíceis, mas com uma perspectiva otimista, positiva mesmo. Ela conta que, conversando com sua filha, comentou sobre o livro, seus propósitos e mensagens, e  que,  para sua surpresa, a filha relatou que em aula (na escola) havia trabalhado com um livro chamado: Orelhas de Mariposa ( Luisa Aguiar e André  Neves, Callis, 2008), dizendo que história estava relacionada com bullying, mas a Mara (personagem do livro) fazia o jogo do contente da Pollyanna.

Trago esse relato como ponto de reflexão para iniciar a nossa conversa e abrir a possibilidade de associarmos diferentes tipos de texto em torno dos mesmos significados.  Ao fazer o “jogo do contente”, Mara, personagem do nosso livro se projeto num universo feliz, despreocupado e sem se importar com as diversas condições físicas e sociais que destoam aos padrões ditados pela sociedade preconceituosa.

Preconceito: Algumas crianças são marcadas desde muito jovens, às vezes de maneira bastante cruel e preconceituosa, devido alguma diferença que apresente na sua maneira de ser, ou aspecto físico que possua. E, isso pode  vir a ser um problema imediato, ou ao longo prazo para essas pessoas. Por outro lado, a educação em casa, ou na escola deve se preocupar e prever meios de oportunizar aos seres humanos vivências significativas de aprendizagens  a vencia em harmonia,  cada qual com as suas diferenças especiais.  Orelhas de abano, obesidade, cor, etnia, raça, nariz grande, cabelos vermelhos, sem cabelo, pobreza, dificuldades de aprender, deficiência física,  etc. Semelhantes, ou diferentes, somos parte de uma grande aldeia e é fundamental que apreendamos isso o mais breve possível.

No livro ORELHAS DE MARIPOSA de  Luisa  Aguilar e André Neves temos um grande exemplo de possibilidade de lidar com essa temática de maneira poética.

Mara tem orelhas de abano. Ou seriam de mariposa? Mara usa meia furada. Ou será que ela tem um dedo curioso? Essa história mostra de forma delicada e bem-humorada que as qualidades ou os defeitos das pessoas podem ser enxergados de diferentes formas, dependendo somente do ponto de vista. Este livro mostra Mara, uma menina cativante que é esculachada pelos colegas da escola, mas para cada frase degradante, ela responde com inteligência e criatividade. É um livro interessante; um pouco chocante se pensarmos em nossos próprios filhos na escola, mas, ao mesmo tempo, mostra com delicadeza como as crianças, e os próprios pais, podem se sair diante de uma situação constrangedora. As ilustrações são bem criativas, assim como Mara e sua mãe.

Sugestões de atividades:

Conhecer a menina Mara pode ser uma alegria e um presente para nós. Ela é doce, contente e nos ensina uma grande lição, a de que podemos ser felizes com o que temos e que a felicidade está no interior de cada um de nós e não nas coisas externas.

Trata-se de uma boa oportunidade para trazermos alguns valores e conceitos, quebrar alguns paradigmas e preconceitos, como, por exemplo, buscar nos ensinamentos de outras tribos, outras etnias um pouco de ensinamento e filosofia para refletir, e ou produzir poesia. Aproximando diferentes culturas e a maneira como cada uma delas vê o homem, como são tratados seus cidadãos, como a sociedade inclui, ou deixa de incluir os seres humanos. O que dizem as Leis? Os estatutos do Idoso, da Criança e do Adolescente?

Como sugestão aos professores indico o texto Para refletir,  no anexo desse texto que trás diferentes abordagens filosóficas das diferentes crenças, mas que remetem a valorização da vida de cada ser humano e da natureza.

 

Atividade lúdica e plástica: Dobrar uma folha de papel (pode utilizar jornal, revista usada), colocar tinta colorida entre as duas partes da folha e dobrá-las, amassar bem para que a tinta se espalhe internamente. Depois, abrir, deixar secar, recortar as diferentes formas que formarão borboletas. Expor o material com a análise de que nenhuma é igual e todas têm a sua beleza independente da forma que possuem.


 

Artigo escrito por : Angela Maria Simão Hoemke

REFERENCIAS

http://www.loja.callis.com.br/portugues/autores/por-autor/l/luisa-aguilar.html

http://www.kalandraka.pt/pdf/Orelhas%20

editora@kalandraka.pt | www.kalandraka.ptde%20borboleta_pt.pdf

Leitura espontânea e prazerosa: Uma conquista na formação de leitores: Pesquisa de campo para saber quais os fatores que levam os leitores a frequentarem a sala de leitura do PROLER/UESB/ITAPETINGA. In: http://monografias.brasilescola.com/educacao/leitura-espontanea-prazerosa-uma-conquista.htm.

 

Entrevista com André Neves

A Fundação Bunge entrevistou o escritor e ilustrador de livros infantis André Neves. O autor falou sobre sua relação com os livros, os títulos que marcaram sua infância, o seu processo criativo para escrever, e também sobre como despertar o gosto pela leitura nas crianças.

O autor nasceu em Pernambuco, onde desenvolveu suas primeiras atividades relacionadas à literatura infantil. Hoje, além de vários livros, publicados por diversas editoras, o autor coleciona prêmios em reconhecimento ao seu trabalho, como: Prêmio Luis Jardim de melhor livro de imagem; Prêmio Especial Lucca Comics & Games, na Itália; XV Prêmio Internacional de Livro Ilustrado Infantil e Juvenil, pela Conaculta, no México; e Prêmio Jabuti. Além disso, parte de sua obra também recebeu selos de “Altamente Recomendável”, concedidos pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.

André é autor de mais de 30 livros, entre eles OBAX e Um Pé de Vento, títulos que compõem, juntamente com outras obras, o Kit Pé de Livro Comunidade Educativa, instalado em escolas públicas com o objetivo de promover novas oportunidades de leitura.

Confira a entrevista:

Fundação Bunge: Como surgiu o seu gosto pelos livros? De quem veio o incentivo à leitura?
André Neves: Os livros estiveram presentes em minha vida, em minha infância. Isso foi importante. Filho de professores, avós leitores, relatos e leituras de histórias fortaleceram meu imaginário de fantasia.

Quais são os livros que marcaram sua infância?
Ainda muito pequeno, lembro-me da Sylvia Orthof presente em muitos momentos, leituras compartilhadas com minha mãe professora. Recordo sempre desses livros pela casa. “Cazuza”, do Viriato Correia.

O Sítio do Pica Pau Amarelo não ficou na lembrança, a série de TV, na época, era sucesso. Lembro-me disso. Mas lembro também, um pouco depois, de boas leituras do autor, como “Negrinha”, “Urupês”, “Cidades Mortas”. Já mais velho, me impressionaram “Robinson Crusoe”, do [Daniel] Defoe, “A Bolsa Amarela” da Lygia [Bojunga] e não consegui largar “A Metamorfose”, do [Franz] Kafka até terminar. E o teatro me salvou na adolescência, toda fantasia de ser ator me trouxe a dramaturgia.

Todos esses livros foram importantes, fazem parte de mim. Hoje, tenho outra visão da leitura, que me impede de apreciá-los como únicos, diante de uma literatura contemporânea tão forte. Ligando o passado com o presente, a “obra” da Lygia é inquestionável, e “A Metarmorfose”, do Kafka, impressiona. Mas a livraria está cheia de coisas legais, colegas que escrevem maravilhas, com livros bem editados e com belíssimas ilustrações.

Quais são as suas principais preocupações ao escrever um novo livro?
Me confortar, me divertir, me resolver e libertar a minha própria imaginação.

Geralmente, como surgem novas histórias?
As melhores experiências de criação vêm de imagens sonhadas.

Que dicas você daria para quem quer incentivar seus filhos ou alunos a lerem?
Leiam com atenção e se apaixonem naturalmente pela leitura. Se não acontecer, paciência. Pula para outro livro ou outro autor. Leitores apaixonados conquistam novos leitores.

E quais são os principais erros cometidos ao tentar despertar esse gosto pela leitura nas crianças?
Ler por obrigação é demais. Não dá. Tem de saber chegar no novo leitor. É uma construção.

Gostaria de acrescentar alguma mensagem final?
Sim, a força que a imagem exerce no imaginário. Tão presente e rica nos livros contemporâneos. Elas podem levar o leitor mais longe e abrir o imaginário para novas leituras e livros. Com ou sem imagem. Esses livros são estimulantes e possibilitam sentidos amplos.

Para saber mais sobre André Neves, visite o blog do autor: http://confabulandoimagens.blogspot.com.br

Por Claudete Pereira, Fundação Bunge.

Maroca e Deolindo

Maroca e Deolindo: e outros personagens em FESTAS

texto e ilustrações André Neves

RESENHA: O livro em foco apresenta um ciclo festivo próprio das manifestações populares que marcam a cultura do nosso povo. Nesse sentido, me parece apropriado para o desenrolar de um projeto didático escolar anual, ou ainda, para celebrar momentos folclóricos e culturais vinculado a um determinado período do ano ou data comemorativa.

O autor segue uma cronologia mensal, evidenciando tradições e costumes próprios de determinadas regiões brasileiras ao longo de um ano. Contempla os meses de janeiro a dezembro e em cada festejo exaltado, evoca danças, músicas, cheiros, sabores, cores, rituais e personagens que dão vida a um povo.

Impossível não se encontrar em um ou vários momentos alegres nesta história, são crenças, valores, costumes,  entrelaçados a história de vida de cada um.

OBS.: Para esta proposta de mediação, vou usar apenas uma das histórias que contextualiza o São João, elegendo portanto, o “capítulo” que retrata a história que dá nome ao livro do André Neves: Maroca e Deolindo:

 

O período do ano para essa mediação: mês de junho – São João 

Tempo para trabalhar a proposta: de 15 a 30 dias

Conteúdos a serem vinculados:

_ Linguagem regional

_ Vocabulário de palavras regionais – busca de significados;

_ Valores e cultura popular

_ Comidas típicas

O texto da história deve ser eixo desencadeador da proposta de trabalho.

 

1º) Sugiro iniciar questionando as crianças:

_  a partir do título da história “Maroca e Deolindo” do que será que trata a história…

_ Conhecem alguém com nomes iguais?

2º) Mostrar as ilustrações da história e pedir que observem os detalhes, o que aparece, o que sugere…

_ Comparar a primeira ilustração da história com a última, que encerra o texto.

3º) Ler a história para os alunos, organizados na rodinha com entonação e usando dois bonecos de pano para simular as personagens principais.

4º) Ouvir músicas juninas;

5º) Fazer uma grande roda para dançar e curtir o casamento de Maroca e Deolindo;

6º) Retomar a leitura da história, agora, os alunos em grupo, receberão uma cópia da história para destacar o vocabulário dos termos regionais.

_ buscar significar as palavras, fazer uso de dicionário.

_ discutir no grupo o que é uma festa junina e anotar como deve ser  uma festa junina.

_ caracterizar as personagens e retratar sua personalidade – posicionar-se (o grupo deve manifestar-se sobre o comportamento inicial das personagens e comportamento ao final da história).

7º)Pesquisar sobre o São João – a origem dos festejos; pesquisar receitas das comidas típicas; pesquisar o significado desse festejo para os moradores da cidade.

8º) Organizar um festa junina para a culminância do Projeto: rituais, músicas, comidas típicas, vestimentas, ornamentação, casamento na roça, quadrilha…

 

Atigo escrito por : Rosa Maria Furtado – Consultora Fundação Bunge LEM

André Neves

“Dizem que todas as memórias estão na cabeça. Mas na verdade elas são guardadas nos olhos. Por isso, insisto em perceber as coisas simples do mundo para o tempo passar quieto. Depois, o que fica é uma luz especial que chamamos de saudade. Procuro transformar tudo em arte, um brilho essencial em minha vida.”   André Neves

Ele se declara um Confabulador de Imagens

http://confabulandoimagens.blogspot.com.br/search/label/ilustradores

e olhando suas imagens temos mesmo a sensação de ter entrado num mundo fabuloso.

Quando estamos juntos...

 

 Vale a pena conhecer este  mundo  imaginário do André

Saiba mais sobre o escritor escutando esta deliciosa entrevista !!!

Entrevista Andre Neves