Um hospital de livros ?

 

Em algumas bibliotecas existe o costume de ter uma caixa ou cesta pra colocar  livros danificados pelo tempo ou algum acidente.

A idéia de ter este espaço  é de sinalizar a importância do cuidado com os livros e normalmente acontecem Oficinas com as crianças de reparo ou encadernação.

Ensinar o amor a Biblioteca passa por ensinar;

Dicas de cuidado com os livros

Vale combinar com as crianças as regras de convivência na Sala de leitura

Kiara Terra:
uma história aberta

 

Encontramos a escritora e contadora de histórias, Kiara Terra, na Casa de Livros, em São Paulo, para um bate papo descontraído e muito interessante. Kiara contou ao Blog Semear Leitores sobre como começou a contar histórias, as origens e características de seu método interativo, e também sobre sua carreira de escritora. Confira!

O artista que pintou um cavalo azul

ROTEIRO PARA AÇÃO DOS PROFESSORES E VOLUNTÁRIOS

Público alvo: 1º e 3º anos

O artista que pintou um cavalo azul, de Eric Carle é dedicado às crianças pequenas (Educação Infantil, 1º a 3º anos), pois oportuniza ao imaginário infantil mil possibilidades… Inicia com um menino afirmando que é “um artista” e termina com o reconhecimento dele próprio de que é “um bom artista”. Os animais são conhecidos, mas as cores! Será que é possível ter um cavalo azul? Porque o cavalo não pode ser azul, verde ou amarelo? Poder pode! A arte permite a livre expressão, ela dá liberdade e fica livre do que é rotineiro, do que é comum.

O autor ao desenhar o menino pintor não se preocupou em nenhum momento se as cores estariam dentro dos padrões da normalidade ou das expectativas dos outros, ele simplesmente deu as cores com as quais ele, o artista, as identificou.

 

SOBRE O AUTOR E O LIVRO

Nasceu nos Estados Unidos, mas passou sua infância na Alemanha. Focou seus olhares para as artes de Herr Krauss, seu professor que dizia: “Eu gosto de liberdade e da ausência de amarras na maneira como você pinta, mas só tenho permissão para ensinar a arte realista”.

Segundo o autor nesse dia nasceu o leão verde, o cavalo azul e outros animais pintados em “cores erradas”.

  1. OBJETIVOS:
  • Oferecer uma discussão sobre a arte e suas possibilidades;
  •  Desafiar o imaginário infantil e o gosto pelo diferente;
  • Reproduzir réplicas de animais de estimação;
  •   Contribuir para a melhoria na qualidade da leitura e escrita
  •  Investir, na participação e verbalização dos alunos, durante ao processo de leitura e criação;

 

1ª atividade:

Dialogar com as crianças sobre “Arte e suas possibilidades de criação”.

Destacar as diferentes fases pela qual ela passou, trazendo a tona alguns artistas brasileiros que por aqui deixaram suas marca.Projetar algumas imagens de animais nas diferentes formas de arte.

pasta com diversas imagens (pinterest)

 

2ª atividade:

Apresentar o livro para as crianças explorando: título, autor, ilustrador, textura, formato,…  Focar, inicialmente no título: “O artista que pintou um cavalo azul”. Podemos pintar um cavalo de azul? Por quê? Quando? O artista pintou e nós, podemos pintar? Possibilitar as crianças, a vizualização de outros animais coloridos que convidam ao jogo intertextual.

Deixar em suspense e permitir a livre expressão. “O faz de conta”.

3ª atividade:

Leitura do livro, visualização e exploração  “das cores diferentes” dos animais.

4ª atividade:

A)     Propor as crianças à criação de um álbum com animais de estimação do grupo. Cada aluno traz uma foto de seu animal ou daquele que ele gostaria de ter, cola no alto da folha e a partir daí começa a construir, com diferentes técnicas, sua arte, usando seu imaginário, pintando-os com “cores erradas”.A atividade pode ser feita em dupla. Interessante que o professor também participe com sua arte. Criar uma capa coletiva para o álbum.

NMH9ko

 B)     Criação de diálogo para os personagens, proporcionando diferentes formas de expressões e de pensares. Se necessário o professor pode ser o escriba.

ATIVIDADES PEDAGÓGICAS COMPLEMENTARES:

Escolha de um animal/personagem que possa ser construído de tamanho grande, em PAPEL MACHÊ e trabalhado com diferentes colagens: etiquetas, recortes, materiais da natureza, material reciclado e fazer uma exposição na escola. Esta atividade pode ser construída por todos os alunos e em diferentes momentos. É uma atividade de composição grupal cujas ações se completam e o coletivo se ressalta que favorece as relações de grupo e eleva a autoestima dos alunos.

Artigo produzido por : Maria Mirta Calhava  de Oliveira

É um Livro

escritora : Lane Smith

Sinopse:

Com a invenção dos e-books, e a proposta de revolução que trazem consigo, surgem inúmeras dúvidas a respeito do futuro do livro. Muitos aproveitam essa onda para reafirmar seu amor às letras impressas em papel, e dizem que o livro é uma espécie de deus grego: não morre nunca. Sem enveredar elas malhas da vidência, mas deixando claro que um livro é um livro e isso basta, Lane Smith criou uma história ilustrada, tanto para crianças quanto para adultos, sobre o nosso velho e bom – e amado – livro. Aquele que, ao contrário dos produtos eletrônicos, não apita, não interage, não conecta nem retwitta. Mas que, só pela emoção da narrativa e das imagens, prende a atenção (e ainda rouba o coração) de qualquer um.

Fonte:

Integração

Telefone sem fio (mouse, wireless, wi-fi, bluetooth, login, mouse, pendrive…)

Sensibilização
Cabra-Cega: Vendar os olhos das crianças para que as crianças reconheçam pelo o tato alguns objetos, tais como: Gibis, Livros (capa dura), Livros (brochuras), Livros (emborrachados), CDs (Histórias infantis), DVDs, (Histórias infantis), Pergaminho, Revistas, Cartas.

Mediação com o livro
Apresentação da história “É um livro” em Datashow.

Logo após mediar a leitura da obra.

Roda de conversa sobre a história. O que ela remete? Leitura visual do objeto livro.

Perguntar:

  • Quem tem e-mail?
  • Para que serve um e-mail?
  • O e-mail substitui os serviços de correios?
  • Quem navega pela internet ? E qual a frequência?
  • Quem tem internet em casa?
  • O que é um Blog? Apresentar os Blogs:

Ziraldo (http://casaziraldodecultura.blogspot.com.br/)

Fundação Bunge –Semear Leitores (http://www.fundacaobunge.org.br/interatividade/blog/post.php?id=10048&/mediacao_de_leitura)  .

  • Qual foi o primeiro livro impresso?
  • Quem foi Gutemberg?

 

Contextualização do livro e do autor, Lane Smith

Lane Smith é um famoso autor e ilustrador de livros infantis norte-americano, nascido em 1959 na cidade de Tulsa, em Oklahoma. Ele é casado com Molly Leach, designer de livros. O escritor é conhecido por suas colaborações com Jon Scieszka, que também elegeu o público infantil como alvo de suas criações. Entre as obras de Smith estão, entre outras, Pinocchio: The Boy, de 2002, e John, Paul, George, and Bem, de 2006.

Integração Fábulas/Expressões
Por que o burro virou símbolo da ignorância?

“A fama de ser um bicho com comportamento difícil e incapaz de aprender começou na Grécia antiga”, afirma Osvaldo Humberto Leonardi Ceschin, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humadas da USP.

Por volta de 600 a.C., o burro já era tratado em histórias como teimoso, bobo e ignorante. Em uma das fábulas de Esopo – narrativas orais sobre animais com características humanas –, o burro veste uma pele de leão e tenta assustar as pessoas, até que é pego pela raposa em um deslize. Posteriormente, essas histórias foram passadas para o papel e popularizadas por Fedro, no século 1, e pelo francês Jean de La Fontaine, no século 17.

Palavras associando o burro à estupidez e à ignorância começaram a aparecer no século 2: a expressão asinina cogitatio (“raciocínio de burro”, em latim) fazia parte da obra de Lucius Apuleius, autor de O Asno de Ouro, sobre um homem que vira um asno. “Na língua portuguesa, o termo ‘burrico’ surgiu no século 12”, explica Mário Eduardo Viaro, também da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP.

CONSULTORIA: Mário Eduardo Viaro e Osvaldo Humberto Leonardi Ceschin, ambos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP FONTE www.literature.org

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-o-burro-virou-simbolo-da-ignorancia

Buscar significados para as expressões

Bom pra burro

Forte pra burro

Cor de burro quando foge

Dar com os burros na água

Está frio para burro

Amarrar o burro

Teimoso como um burro

Você sabia:

Que o BURRO, é um Mamífero solípede, perissodáctilo, menos corpulento que o cavalo e de orelhas compridas. Tem, porém, o dorso muito proeminente e ainda com a vista, o ouvido e o olfato mais apurados que os do cavalo…

 

Produção plástica
Criação de pergaminho.

Fonte: http://divartes.blogspot.com.br/2010_07_01_archive.html

 

Dicas de como fazer o papel pergaminho:

http://tesouraespecificado.blogspot.com.br/2012/08/como-fazer-papel-pergaminho.html

Fechamento:
Socialização dos pergaminhos confeccionados pelos participantes da mediação.

Por Rosana Maria Martins  – Consultora

 

 

 

 


 

Maroca e Deolindo

Maroca e Deolindo: e outros personagens em FESTAS

texto e ilustrações André Neves

RESENHA: O livro em foco apresenta um ciclo festivo próprio das manifestações populares que marcam a cultura do nosso povo. Nesse sentido, me parece apropriado para o desenrolar de um projeto didático escolar anual, ou ainda, para celebrar momentos folclóricos e culturais vinculado a um determinado período do ano ou data comemorativa.

O autor segue uma cronologia mensal, evidenciando tradições e costumes próprios de determinadas regiões brasileiras ao longo de um ano. Contempla os meses de janeiro a dezembro e em cada festejo exaltado, evoca danças, músicas, cheiros, sabores, cores, rituais e personagens que dão vida a um povo.

Impossível não se encontrar em um ou vários momentos alegres nesta história, são crenças, valores, costumes,  entrelaçados a história de vida de cada um.

OBS.: Para esta proposta de mediação, vou usar apenas uma das histórias que contextualiza o São João, elegendo portanto, o “capítulo” que retrata a história que dá nome ao livro do André Neves: Maroca e Deolindo:

 

O período do ano para essa mediação: mês de junho – São João 

Tempo para trabalhar a proposta: de 15 a 30 dias

Conteúdos a serem vinculados:

_ Linguagem regional

_ Vocabulário de palavras regionais – busca de significados;

_ Valores e cultura popular

_ Comidas típicas

O texto da história deve ser eixo desencadeador da proposta de trabalho.

 

1º) Sugiro iniciar questionando as crianças:

_  a partir do título da história “Maroca e Deolindo” do que será que trata a história…

_ Conhecem alguém com nomes iguais?

2º) Mostrar as ilustrações da história e pedir que observem os detalhes, o que aparece, o que sugere…

_ Comparar a primeira ilustração da história com a última, que encerra o texto.

3º) Ler a história para os alunos, organizados na rodinha com entonação e usando dois bonecos de pano para simular as personagens principais.

4º) Ouvir músicas juninas;

5º) Fazer uma grande roda para dançar e curtir o casamento de Maroca e Deolindo;

6º) Retomar a leitura da história, agora, os alunos em grupo, receberão uma cópia da história para destacar o vocabulário dos termos regionais.

_ buscar significar as palavras, fazer uso de dicionário.

_ discutir no grupo o que é uma festa junina e anotar como deve ser  uma festa junina.

_ caracterizar as personagens e retratar sua personalidade – posicionar-se (o grupo deve manifestar-se sobre o comportamento inicial das personagens e comportamento ao final da história).

7º)Pesquisar sobre o São João – a origem dos festejos; pesquisar receitas das comidas típicas; pesquisar o significado desse festejo para os moradores da cidade.

8º) Organizar um festa junina para a culminância do Projeto: rituais, músicas, comidas típicas, vestimentas, ornamentação, casamento na roça, quadrilha…

 

Atigo escrito por : Rosa Maria Furtado – Consultora Fundação Bunge LEM

Mini bibliotecas Comunitárias

O lema do grupo é :

“Um grande projeto começa pequeno “

Eles vivem em Winconsin nos Estados Unidos e criaram

um movimento de pequenas bibliotecas comunitárias.

Estas casinhas que parecem de pombos, abrigam livros que podem ser  retirados gratuitamente.

A idéia é compartilhar pequenos acervos, as vezes, temáticos e com auxílio da comunidade zelar pela pequena “Little Free Library”

No site você encontra passo-a -passo como construir a sua.

http://www.littlefreelibrary.org/plans-and-tips-for-builders.html

Encontra também, em inglês , as metas do grupo de espalhar

o movimento pelo Mundo e as experiências de diferentes comunidades.

A idéia também pode ser simplificada para uma Mini biblioteca na sala de aula.

O fundamental é  plantar o AMOR pela leitura.

Saiba mais sobre as idéias de Livros andarilhos :

http://pinterest.com/analusis/livros-andarilhos-e-seus-amigos-poeticos/

Sete Histórias para sacudir o esqueleto

Autora e ilustradora: Angela Lago

Editora: Cia das Letrinhas

Ano: 2002

1.    APRESENTAÇÃO DO LIVRO

Mostrar a capa do livro aos alunos, ler o título e instigá-los a adivinhar do que trata a história. Solicitar a eles o levantamento junto aos pais, se eles conhecem alguma história de assombração, histórias de defuntos que voltam assustar os vivos.

- No dia seguinte, pedir aos alunos para contar as histórias de assombração que ouviram junto aos pais.

- Reunir os alunos em pequenos grupos e pedir para escolherem um personagem engraçado das histórias e imitar.

- Apresentar o livro e a autora (Indicação Literária)

 

Sinopse:

O livro contempla sete casos de assombração (e de esperteza), narrados numa linguagem que recria o humor, o jeito e o ritmo mineiro de contar. Há esqueletos e cemitérios, defuntos falsos ou não, sonho e realidade em interferências mútuas de arrepiar. Como o nome já diz são sete histórias de terror de Bom despacho, todas com muito humor e fantasia. São contos que nos faz sentir uma pontinha de medo, ao mesmo tempo muita a vontade de rir.  Delicie-se com o livro “Sete histórias para sacudir o esqueleto”, colhidos na melhor tradição popular brasileira. Essas histórias que, de forma bem humorada, narram as peripécias de defuntos “que não morreram”, fantasmas, esqueletos e gente distraída que caminha à noite pelos cemitérios!

Quem é a autora? 

Angela Lago  nasceu em Belo Horizonte1945), é uma escritora e ilustradora brasileira. A maior parte de sua obra é dedicada às crianças. Em alguns de seus livros não usa palavras, apenas imagens. Entre suas obras destaca-se Cena de Rua, premiado na França e na Bienal de BratislavaCena de Rua foi publicado no México, na França, nos Estados Unidos da América e no Brasil. Ângela Lago, inicia sua formação superior na Escola de Serviço Social da Universidade Católica de Minas Gerais. Frequentou o atelier do escultor Bitter, com um grupo de artistas plásticos. Em 1969, leciona na Escola de Serviço Social ensinando crianças com dificuldades psico-pedagógicas e psiquiátricas. Em 1975, abre seu próprio atelier de programação visual para publicidade, onde criou marcas, logotipos, propaganda institucional entre outros. A autora possui diversas obras contendo ilustrações e textos próprios nacionais, ilustrações de livros para outros autores nacionais, livros com textos e ilustrações da autora no exterior, ilustrações para livros de outros autores estrangeiros. Das diversas obras que a autora possui, podemos destacar a obra Sangue de Barata. Resultante da relação entre texto poético e desenho.

 

Algumas de suas obras:

  • Cena de Rua, Editora RHJ, Belo Horizonte, 1994
  • A festa no céu, Editora Melhoramentos, São Paulo, 1995
  • Um ano novo danado de bom, Editora Moderna, São Paulo, 1997
  • A novela da panela, Editora Moderna, São Paulo, 1999
  • Sete histórias para sacudir o esqueleto, Companhia das Letrinhas, São Paulo, 2002
  • Muito capeta, Companhia das Letrinhas, São Paulo, 2004
  • O bicho folharal, Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2005
  • João felizardo, o rei dos negócios, Cosac-Naif, São Paulo, 2006
  • Um livro de horas, Editora Scipione, São Paulo, 2008

 

Algumas premiações

Prémio Iberoamericano de Ilustración,La Consejeríade Cultura, Junta de Andalucia, Sevilha, Espanha, 1994. Prêmio Octogone de Ardoise 1994-1995, Prix Graphique, Centre International d’ Etudes en Littératures de Jeunessa, Paris, pelo livro Cena de Rua. BIB Plaque, Prêmio da Bienal Internacional da Bratislava, 2007, pelos originais ilustrações do livro João Felizardo o rei dos negócios. Prêmio Jabuti, Categoria Melhor Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil, 2008, Câmara Brasileira do Livro, pelo livro João Felizardo, o rei dos Negócios. Prêmio de melhor ilustração na produção de 2008 pela FNLIJ com Um livro de horas.

3. Fazer a leitura explorando o título – questionar que informações os alunos esperam encontrar nesta história. Ler a história pausamente

 

2.  DURANTE A LEITURA: 

  • Interromper a leitura, a cada final de conto, e questionar as crianças sobre as informações importantes para a compreensão da história.
  • Mostrar as ilustrações, destacar detalhes.
  • Relacionar informações da história, com o que as crianças anteciparam sobre uma a história.
  • Pedir para ouvirem com atenção e cada um  deve escolher o conto que achou mais engraçado.

 

Após a leitura

  • Explorar o título do livro novamente: Sete histórias para sacudir o esqueleto”? levantamento de quem são os personagens? Fazer a votação com alunos da história mais engraçada.
  • Propor a produção de uma peça de teatro desta história, oportunizando aos alunos assumirem todos os papeis na produção: textos ( produção coletiva, apresentar modelos de textos teatrais ), figurino, músicas, cenário.
  • Apresentar a peça para outras turmas da escola.

 RELAÇÃO COM OBRA DE  ARTE

Apresentação de alguns quadro de Edvard Munch – em data show e fazer a leitura da imagem com as crianças.

Proposta de leitura de imagens.  Criação de uma imagem em grupos de 10 alunos, em que cada aluno deve expressar com desenho, pintura ou colagem  (objeto, figura, etc) que lhe veio a mente ao ouvir a história ”Sete histórias para sacudir o esqueleto” e ver os quadro de Edvard Munch, integrando o tema do livro com as imagens apresentadas de Edvar Munch.

Red Virginia Creeper

O GritoEdvar MunchA obra “O Grito”, de Edvard Munch, foi vendida em um leilão nesta quarta-feira (2) por US$ 120 milhões –ultrapassando, assim, os US$ 106,5 milhões de “Nu, Folhas Verdes e Busto” de Pablo Picasso, o máximo alcançado até agora por um quadro em um leilão.

No site abaixo  ver O Grito /// Famoso quadro de Edvard Munch vira animação 3d

http://paprica.org/2012/01/o-grito-famoso-quadro-de-edvard-munch-vira-animacao-3d/

O Grito, do artista norueguês Edvard Munch, é um dos quadros mais famosos do mundo. A pintura tem quatro versões, com diferentes níveis de acabamento, duas delas já foram roubadas e recuperadas algum tempo depois pelas autoridades norueguesas. Já presente no imaginário popular, O Grito agora ganha uma versão animada, por Sebastian Cosor. A animação tem direito até a trilha sonora do Pink Floyd, confira.

  • Preparar uma festa Halloween – com fantasias de bruxas, morcegos, esqueletos com concurso de fantasia.

Mediação elaborada por: Helena L. de Souza Bartnik 

O Homem que amava caixas

 

Sinopse:

Este livro fala sobre o relacionamento entre pai e filho. Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, ‘O Homem que Amava Caixas’ conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema é que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava.O livro pode ser usado para trabalhar sobre sentimentos. O Amor e sonhos/ Os diferentes tipos de amor/ sonhos…

O livro tem um tema bem interessante e pode ser também trabalho na reunião dos pais. Onde se destaca a importância do pai encontrar um tempo para conviver com seus filhos e mais importante falar de seu amor.

 

ANTES DE LER O LIVRO

Preparar caixas (decorando para ficar bonita…)

Caixas

a)     Uma pode ser de sapato – decorada com papel e fitas bem coloridas;

b)     A outra pode ser pequena (do tipo que se entrega em festa de casamentos, aniversário). Decore para ficar bem bonita.

 

ANTES DA LEITURA

Apresentar as caixas. Primeiro e maior depois a menor  – Perguntar:

Estimule a criatividade dos alunos/pais

Perguntas:

a)     O que cabe em uma caixa?

b)     O que cabe nessa caixa aqui ( sapatos)?

c)      O que você colocaria nessa caixa?

d)     Essa caixa é menor o que cabe nela?

e)     O que você colocaria nessa caixa?

f)       E se fosse um sentimento o que colocaríamos na caixa menor? E na caixa maior? Estimular o aluno/pai a falar e a imaginar tudo que ele poderia colocar na caixa.

 

APRESENTE O LIVRO

-          Apresentar o livro, o autor e  o ilustrador

LER O LIVRO PARA A TURMA

-          Momento mágico que fecha toda sua conversa anterior sobre sentimentos e a importância de falar para as pessoas sobre nosso carinho e nosso amor.

-          Discutir o livro com o grupo: Veja se os alunos/pais notam a temática (a dificuldade de falar de amor do pai para com o filho). Destacar o tipo de amor que o pai tinha para com o filho, a importância de falar dos sentimentos…

Estimule o diálogo:

-          Quem mora com o pai? Quem mora com o filho?

-          Como é seu relacionamento com ele?

-          Do que mais você sente falta?

-          Você disse que amava seu pai, sua mãe e seus irmãos antes de sair para vir a escola hoje?

-          Como eu posso dizer que amo uma pessoa? Há muitos jeitos de falar de amor. O personagem escolheu as caixas.

-          Chame os alunos. Pergunte: Como você diria a seu pai que o ama se ele entrasse agora na sala?

“O homem amava caixa, por que assim ele encontrou um jeito simples de ficar perto de quem ela ama”.

Se for possível leve os pais para a escola nesse dia. Seria uma troca muito especial para ambos.

 

ATIVIDADES PARA DEPOIS DOS DIÁLOGOS

 

Estimular o aluno/pai a escrever bilhetes com mensagens de carinho para pessoas que ele ame;

– construir uma caixa (dobradura) decorar para ficar bem bonita. Na caixa eles irão colocar os bilhetes e dar de presente a uma pessoa muito especial. (pode fazer mais de uma caixa). Pode ser um colega, o pai, a mãe, o irmão…

 

Observação

No dia seguinte, feche a atividade conversando com os alunos como foi a entrega da caixa

 

Artigo escrito por : Elizabete Elias 

 

 

Marcelo Xavier

Marcelo Xavier, formado em publicidade pela PUC- MG , é artista plástico, cenógrafo, figurinista, autor e ilustrador de literatura infantil.

A característica de seus livros são as ilustrações tridimensionais em que personagens, objetos de cena e cenários são feitos com massa de modelar, tornaram-se bastante conhecidos do público e receberam importantes premiações.

Desde 1987 desenvolve oficinas de arte educação estimulando o os participantes a um exercício de criação individual, com a modelagem de bonecos de massinha.

São seus livros:

  • Asa de Papel
  • Festas – o folclore do Mestre André
  • Mitos
  •  Mundo de coisas
  • O dia a dia de Dadá
  • Se a criança governasse o mundo
  •  Tem de tudo neste mundo
  • Tot

Conheça um pouco mais sobre Marcelo Xavier

Roseana Murray

Nasceu no Rio de Janeiro em 1950. Graduada em Literatura e Língua Francesa em 1973 pela Universidade de Nancy/ Aliança Francesa.
Mais de 60 livros publicados, sendo que seu 1º livro infantil, Fardo de Carinho, data de 1980.
Prêmios recebidos:

  • Melhor de Poesia da FNLIJ nos anos 1986 (Fruta no Ponto, ed. FTD), 1994 (Tantos Medos e Outras Coragens, ed. FTD) e 1997 (Receitas de Olhar, ed. FTD).
  • Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte em 1990 para o livro Artes e Ofícios, ed. FTD, S.P.
  • Prêmio Academia Brasileira de Letras em 2002 para o livro Jardins ed. Manati, R.J como o melhor livro infantil do ano.
    Está na Lista de Honra do I.B.B.Y em 1994 com o livro Tantos Medos e Outras Coragens tendo recebido seu diploma em Sevilha, Espanha.

Participou de vários projetos de leitura.entre eles  o Projeto Saquarema, Uma Onda de Leitura.

Livros de sua autoria

  • Nana, ed. Prumo, 2012
  • Diário da Montanha
  • Lá vem o Luís
  • No mundo da Lua
  • O circo
  • Luna, Merlin e Outros Habitantes
  • O mar e os sonhos
  • Uma gata no coração
  • Tantos medos e outras coragens e outros

Conheça um pouco mais sobre mais Roseana Murray

 watch?v=7oRWe2KpSic