Manoel de Barros

OS DOIS

Eu sou dois seres.

O primeiro fruto do amor de João e Alice.

O segundo é letral:

É fruto de uma natureza que pensa por imagens,

Como diria Paul Valèry.

O primeiro está aqui de unha, roupa, chapéu e vaidade.

O segundo está aqui em letras, sílabas, vaidades e frases.

E aceitamos que você empregue o seu amor em nós

( Manoel de Barros, 2004)

PInturas de Manoel de Barros

Bibliografia completa :

http://elfikurten.blogspot.com.br/2011/02/manoel-de-barros-natureza-e-sua-fonte.html

A infância em Manoel de Barros:

http://prezi.com/zrvbnz2t-nkz/criancerias/

pra compartilhar com as Crianças :

histórias da unha do dedão do pé do fim do mundo

 

 

A Floresta

Claire A. Nivola

Martins Fontes – 2003

Tradução de Monica Stahel

SOBRE A AUTORA E ILUSTRADORA 

Claire A. Nivola nasceu em Nova York, nos Estados Unidos, em 1947. Filha de artista, começou a desenhar muito cedo. Em 1970, logo depois de graduar-se em História e Literatura, ilustrou seu primeiro livro infantil. A partir daí, escreveu e ilustrou muitas obras aclamadas pela crítica. Ela mora com o marido e os dois filhosem Newton Highlands, Massachusetts.

RESENHA

O livro conta a história de um camundongo que decide deixar a segurança de sua casa, para explorar a floresta. O que ele encontra não é, de modo algum, o que esperava. Com ilustrações e texto de Claire Nivola, ‘A Floresta’ amplia o mundo do leitor, falando com veemência e tranqüilidade a todas as crianças que já sentiram medo do desconhecido.

FABULAÇÕES

Medo é um sentimento de defesa, muitas vezes mais do que ausência de coragem. Recorrente no universo literário infanto juvenil, como nos contos de fadas, é tema relevante para ser trabalhado com sutilezas poéticas e elementos do universo imaginário.

O livro, através do texto e das imagens, nos apresenta de forma lírica e encantadora o enfrentamento do medo do desconhecido. Quem não tem medo do que se esconde em nossas florestas inconscientes? Sempre tive medo da floresta, aquele lugar escuro e desconhecido, nos confins do meu pequeno mundo. À noite, muitas vezes eu sonhava com ela e acordava arrepiado de pavor. Também durante o dia, o medo estava ali, escondido dentro de mim, independentemente do que eu fizesse ou de onde estivesse. Uma noite, o medo foi tão intenso, que não pude suportar (pag 5)

Com trechos textuais simples e delicados, com planos gerais e mais fechados da ilustração elaborada com uma palheta de cores claras de Claire, apontando sempre horizontes, cada pagina/ narrativa acompanha o pulsar do coração do pequeno camundongo, num suspense manso. O medo vai sendo encarado e vencido à luz do dia, definitivamente aplacado quando nosso herói olha para o céu. Vi o céu, lá no alto. O céu era maior do que a floresta, maior ainda do que meu medo, maior do que tudo.” (pag. 24)

 

EXERCÍCIO DE MEDIAÇÃO

Para crianças pequenas, de 5 a 7 anos

 

1. SENSIBILIZAÇÃO 

Uma “roda perguntadeira “ de medos que a gente tem. Do tipo: Você tem medo de que? Quem tem medo de barata? E de escuro? E de monstro? E de Bicho Papão?

Falando em Bicho Papão, será que ele tem medo de gente?

Ouve só uma história que Maria Mazzetti nos conta:

 

A partir deste poema, uma sugestão é propor uma atividade de expressão corporal, onde cada criança se torne uma bobagem. Cada bobagem diferente da outra. Muitas bobagens, que fazem caretas, que se espicham, se embolam… Enquanto o educador narra o texto, as crianças dramatizam até virarem uma manchinha que a gente limpa assim…

Pronto! Acabaram as bobagens, acabou o bicho papão.

O medo também pode ser assim, vai sumindo, sumindo, feito manteiga derretida. É só menino querer, querer de verdade.

 

2. LEITURA DO LIVRO A FLORESTA

E em seguida, a história do camundongo que tinha medo de floresta, pode ser lida para as crianças. No final, podemos instigar percepções e curiosidades, com nova “roda perguntadeira ”

Por que o coração do camundongo batia tão forte? Qual o som do coração do camundongo? O camundongo perdeu o medo? Por que ele se assustou com a borboleta? E como ele fez para perder o medo que tinha? E na floresta tinha barulho?

Que som tinha?

Quem já foi numa floresta? Teve medo? O que tem e quem mora na floresta?

Neste momento, interessante seria apresentar as várias imagens de florestas, por exemplo do livro dos Ticuna, ou do catálogo da exposição dos mesmos no CCBB em 2004. Comentar sobre outros povos das florestas também seria oportuno e interessante.

 

3. PRODUÇÃO PLÁSTICA

Criação de uma floresta:

Se o local da atividade for ao ar livre, arborizado, ou mesmo com plantas, o ideal é que a atividade comece por um exercício de observação e percepção sensorial, levando as crianças a experimentarem as texturas, as formas, as cores, os aromas, o tamanho de folhas, cascas, frutos, flores etc. Caso não tenha, recolha de algum lugar vários tipos de folhas, de plantas ou de árvores para apresentar às crianças.

 

Composição com a técnica frottage

(Frottage é a técnica que utiliza um lápis ou giz de cera para fazer uma “fricção” sobre uma superfície texturizada para capturar sua forma num papel).

Pedir a cada criança que tire uma espécie de fotografia das folhas e elementos da natureza pesquisados.

Depois, proponha que desenhem só os troncos e os galhos das árvores, colando em seguida, as folhas impressas.

Para finalizar, crie com as crianças uma Floresta com todas as árvores, colando-as num painel. Se houver possibilidade, a Floresta pode ser habitada por bichos, e criaturas imaginárias.

4. DE VOLTA AO LIVRO

Neste momento as ilustrações do livro podem ser revisitadas para que as crianças observem as semelhanças e diferenças entre suas florestas e a de Claire Nivola. Interessante levar as crianças a observarem detalhes de proporção, de perspectivas, a delicadeza dos traços dos desenhos e pinturas – lembrando o pontilhismo que é uma técnica de pintura, saída do movimento impressionista, em que pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição, uma mistura óptica nos olhos do observador (imagem).

Comparem as pinturas abaixo com as imagens do livro.

Gray weather, Grande Jatte, Georges Seurat, 1888.

The Island of La Grande  Jatte, Georges Seurat, 1884.

RODA FINAL

Em roda, cantar

A Árvore da Montanha

Canções Escoteiras

A arvore da montanha
Ole-riaio (bis)
Esta árvore tinha um galho O que galho, belo galho.
Ai, ai, ai que amor de galho.
E o galho da árvore.


A arvore da montanha
Ole-riaio (bis)
Este galho tinha um broto O que broto, belo broto.
Ai, ai, ai que amor de broto.
E o broto do galho E o galho da árvore.

A arvore da montanha
Ole-riaio (bis))…

Este broto tinha uma folha.
E esta folha tinha um ninho.
E este ninho tinha um ovo.
E este ovo tinha uma ave.
E esta ave tinha uma pluma.
E esta pluma tinha um índio.
E este índio tinha um arco.
E este arco tinha uma flexa.
Esta flexa foi na árvore O que árvore, bela árvore.
Ai, ai, ai que amor de árvore.
E a árvore da montanha
Ole-riaio (bis)

Para ouvir, acesse:

http://letras.mus.br/cancoes-escoteiras/

 

Artigo produzido por : Denise Mendonça

 

 

André Neves

“Dizem que todas as memórias estão na cabeça. Mas na verdade elas são guardadas nos olhos. Por isso, insisto em perceber as coisas simples do mundo para o tempo passar quieto. Depois, o que fica é uma luz especial que chamamos de saudade. Procuro transformar tudo em arte, um brilho essencial em minha vida.”   André Neves

Ele se declara um Confabulador de Imagens

http://confabulandoimagens.blogspot.com.br/search/label/ilustradores

e olhando suas imagens temos mesmo a sensação de ter entrado num mundo fabuloso.

Quando estamos juntos...

 

 Vale a pena conhecer este  mundo  imaginário do André

Saiba mais sobre o escritor escutando esta deliciosa entrevista !!!

Entrevista Andre Neves

 

Linéia no Jardim de Monet

INÍCIO

Aquecimento – Com a música do grupo Palavra Cantada :Ora Bolas  

http://letras.mus.br/palavra-cantada/286862/

Oi, oi, oi… olha aquela bola

A bola pula bem no pé, no pé do menino

Quem é esse menino! Esse menino é meu vizinho!

Onde ele mora! Mora lá naquela casa!

Onde está a casa! A casa tá na rua!

Onde está a rua! Tá dentro da cidade!

Onde está a cidade! Do lado da floresta!

Onde é a floresta! A floresta é no Brasil!

Onde está o Brasil,ta na América do Sul continente americano cercado de oceano das
terras mais distantes de todo o planeta.

E como é o planeta!

O planeta é uma bola que rebola lá no céu. (biz)

1ª PARTE

Primeiro: ouvir a música e cantarolar com o grupo.

Segundo:  entregar o globo terrestre inflável (bola mundo) para o grupo passar de um para outro. Caso não tenha um inflável use um globo terrestre comum da escola.

Quando a música para uma das questões é respondida pela criança.

Onde vivo tem:

  • Jardim?
  • Flor ou flores? De que cor ou que cores?

Depois do mundo ter passado nas mãos de todos, a conversa continua.Nós vivemos em um país chamado Brasil, encontre no globo nosso país.Mas nossa história não acontece no Brasil.Quem quer dar um palpite de onde acontece nossa história ?

O TÍTULO DO NOSSO LIVRO É:

                                “LINEIA NOS JARDINS DE MONET”

FOI ESCRITO POR: Christina Bjork

ILUSTRADO POR: Lena Anderson

TRADUZIDO POR: Ana Maria Machado

Ela é da França! Achem este outro país no globo.

 CONVERSAR UM POUCO SOBRE A DISTANCIA ENTRE OS PAISES. O QUE ELES SABEM DA FRANÇA, O QUE SABEM DO BRASIL. EXPLORAR O GLOBO A PARTIR DOS DOIS PAISES.

Nesta história tem duas pessoas que são amigas. Elas nos convidam a viajar para conhecer um jardim lá na França!

Os personagens do livro são:

Lineia – uma menina de uns 9 ou 10 anos que ADORA FLORES!

Sr. Silvestre: era seu vizinho, um senhor de mais de 50 anos. Ele tem uma profissão que encantava Linéia, embora já estivesse aposentado, ele trabalhou como Jardineiro! Por isso também adora jardim.

* LER PARA AS CRIANÇAS O POEMA:

“ Flores alimentam sonhos,

dão de comer aos olhos,

arrumam e desarrumam

formas e cores”.

Fonte: MURRAY, Roseana: Desenhos de Roger Mello. – Jardins – Ed. Manatti, Rio de Janeiro – RJ – 2011. (livro do nosso acervo do Pé de livro).

Deixar as crianças imaginarem como é cada um.

Desenhar – ou não.

Montar um boneco – ou não.

Descrever oralmente. A Lineia e o Sr. Silvestre.

Depois da descrição feita pelas crianças.

LER A PRIMEIRA PARTE DA HISTÓRIA.  Pagina 5 e 6.

* Plástica

  • As cores da França – Bandeiras : BRASIL e FRANÇA.
  • E nossos personagens – em bonecos ou em desenho

2ª PARTE

JÁ ESTAMOS NA FRANÇA.

Aquecimento:Por isso vamos ouvir uma música francesa!

http://youtu.be/zsxuynmMc-w – Alouete

http://youtu.be/rLr3o1DULUM – Frere Jaques

https://www.youtube.com/watch?v=yi9ef0dmz2w – eu gosto de fruta.

https://www.youtube.com/watch?v=7hN8HMaaQSs&feature=related

Sr. Silvestre levou a Lineia para conhecer um jardim especial de um grande pintor francês Claude Monet.

MONET – vamos ver alguns quadros de Monet.

Será que alguém já viu algum quadro deste artista?

Mostrar as obras e ouvir os comentários do grupo.

Depois mostrar o video do link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=txvEpUURx4E&feature=youtu.be

Monet, nasceu em Paris em 1840. Faleceu e foi enterrado no ano de 1926 em GIVERNY, onde está sua casa com este Jardim que a Linéia e o Sr. Silvestre foram visitar.Monet se inspirava no Jardim da sua casa para pintar, ele também gostava muito de flores e das cores.

PLASTICA:  O JARDIM

Sair com o grupo de crianças para observar o entorno. Dividir o grupo para contar quantas árvores existem no caminho percorrido, quantos terrenos vazios tem, quantos jardins encontraram.

Na volta do passeio o educador pode apresenta um craft no formato do caminho percorrido, e cada sub grupo coloca o que observou através de uma colagem.

-          as árvores

-          os terrenos vazios

-          os jardins –  com as cores eles tem

UMA RODA DE CONVERSA:

Já que nossos personagens gostavam muito de jardim, vamos brincar de inventar jardim?

Aqui perto tem jardim?

Como vc faria um jardim aqui? Qual o desenho dele? Quais as cores das flores vc gostaria que ele tivesse ?

Divide o grupo de crianças e cada grupo vai desenhar com uma colagem o jardim que imagina.

MATERIAL:

Papel craft

Canetão

Cola

Retalhos de papel coloridos (color set ou revistas)

Sem tesoura! Recortar os papéis com as mãos.

Agora que temos o nosso jardim; vamos viajar com a Linéia e o Senhor Silvestre para conhecer o Jardim de Monet:

3ª PARTE

A IDA PARA GIVERNY – O ENCANTAMENTO DO JARDIM.

Aquecimento:Retomar os painéis dos jardins que os grupos montaram colocar no centro da Roda.Juntar a eles as obras já selecionadas de Monet.

Abrir a conversa:

O que haverá neste jardim?

Qual será o tamanho dele?

Haverá canteiros de flores, ou só um pouco de flores na frente da casa?

De que cor será a casa de Monet?

Depois da conversa e das hipóteses levantadas pelas expectativas dos grupo, dar início a Leitura, sem mostrar as imagens.Pedir que cada um se acomode de maneira mais confortável possível para ouvir e imaginar tudo que vai acontecer na história.Ler com as crianças da pagina 16 a pagina a 31.Depois da Leitura apresentar o jardim:

Vamos ver esse jardim?

Em ppt apresentar fotos dos jardins: (scanear paginas do livro que mostram o jardim).Livro da Linéia paginas 20 e 21.

Algumas flores do jardim.Depois de ver algumas flores e seus nomes

Ver a sequencia da Ponte Japonesa que está no livro.

https://www.youtube.com/watch?v=9QdjMt7_fUo&feature=fvsr

Ler o pensamento da Linéia:

“É engraçado o que acontece quando a gente pensa muito em  uma  coisa e depois ela acontece de verdade. Quase sempre é um pouco diferente.”(pensamento da Linéia na pagina 19).

Abrir a conversa:

A Linéia tem razão? Sim não e Por que?

Deixar as crianças falarem se quiserem.

4ª PARTE – A Obra Prima! As Ninféias

Na visita ao jardim nossa amiga Linéia, escolheu  desenhar só uma das flores.

Será que é porque rima com o nome dela?

Linéia rima com?  NINFÉIA.

É uma flor que fica lá no Lago do Jardim.

Esta mesma flor impressionava muito Monet, tanto que ele também a pintou muitas vezes. Ler com o grupo a pagina 36 e 37.

Vamos ver essa Obra Pirma?

https://www.youtube.com/watch?v=8L2T-Nyocx8&feature=related

Scanear para projetar em ppt a imagem do livro pagina – 29 (círculo com as nínfeias) 36 e 37 (uma das telas das Ninféias). Sacnear a contra capa do livro, para projetar em ppt.Conversar com as crianças:

Como será que Monet fez essa obra?

Desenhou e pintou?

Ou pintou direto na tela?

Vamos ver uma Ninféia bem de perto?

BRINCAR COM O OLHAR:

De perto o que parece?

E de longe?

Será que os outros quadros também tem este mesmo efeito de perto e de longe?

Ter as imagens novamente em mãos, e deixar as crianças brincarem

PLÁSTICA:

Dividir o grupo com quarto crianças cada grupo.

Pintar um canteiro de flores. Fazendo a impressão no papel.

MATERIAL para cada grupo:

2m de papel grafit

Guache amarelo/ azul/ vermelho/branco

Quadradinhos  de espuma.

Expor os canteiros pintados.

FINAL:

No livro da “Lineia no Jardim de Monet” de Christina Bjork e Lena Anderson, tem muita coisa ainda a ser descoberta lá da França!

Quem quiser saber mais coisas de lá, se são parecidas com as de cá, é só continuar com o livro.

A Lineia gostou tanto da viagem e do jardim que ela conheceu, que quando chegou da viagem quis fazer um Jardim para ela!Isso rendeu outro livro de história, cheio de dicas de como plantar um belo jardim!

Está no livro “Linéia e seu jardim.”

Ler é assim:

 

“Entrou por uma porta

Saiu pela outra,

Quem quiser que conte outra!”.

Em alguém nasceu a vontade de ter um jardim?

 

Contribuição da consultora  Rosana Padial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Angela Lago

Entrevista Angela Lago – Entrelinhas

Escritora e ilustradora, mineira, nascida em Belo Horizonte, em 1945, Angela Lago é dona de um sorriso cativante e de uma inteligência que inebria.

Defensora da Simplicidade :

“Gostaria de ser simples em tudo.Simplicidade é a coisa mais bonita do mundo. Ser simples nos ajuda a ser inteiros. Além disso, a simplicidade permite que eu me aproxime do meu leitor predileto: a criança.”

(Angela-Lago. Entrevista publicada pela Cosac Naify)

Angela possui um desenho que encanta…

você pode conferir no seu site

http://www.angela-lago.net.br/

no delicioso livro de Cora Coralina ilustrado por ela..

O prato azul- pombinho

ou no divertido livro :

 Boa leitura !!

A promessa do Girino

Autora: Jeanne Willis

Ilustrador: Tony Ross

1a etapa: Vamos explorar o livro

I)  Cores e formas

Qual a forma do livro?

Qual a cor predominante na capa?

O que lembra o tom azul?

II)  Ilustração

Que bichinho é esse?

Quem já viu um girino?

O que vocês sabem sobre o girino?

O que representam esses balões escritos?

III) O título do livro

O que será que o girino prometeu? E para quem?

Alguém já fez alguma promessa? E foi cumprida?

A promessa precisa ser cumprida? Por quê?

O que acontece quando alguém promete alguma coisa e não cumpre?

IV)  Leitura da contra capa

O que será uma história “tragicômica”?

É possível uma lagarta e um girino se apaixonarem? Por quê?

Quem já viu ou sabe algo sobre as lagartas?

“Eles prometeram que nunca iriam mudar. Mas será que alguém consegue segurar as mudanças que o tempo traz?”

Propostas de atividades:

1) Sugerir que as crianças tragam algumas fotos e construam uma linha do tempo, identificando algumas mudanças.

2) Pedir que as crianças conversem com os pais e perguntem sobre mudanças marcantes que puderam ser identificadas ao longo dos anos, tanto no perfil psicológico, quanto no físico, por exemplo: até os dois anos, chorava muito, quando pequeno, não comia nada, agora come de tudo, era gordinho, nasceu careca e assim por diante.

V) Trabalhando com novos conceitos

Qual a diferença entre mudança e metamorfose?

Proposta de atividades:

1) Pesquisar no dicionário

2) Apresentar ilustrações sobre a metamorfose do girino e da lagarta

3) Pedir aos alunos que desenhem o processo de metamorfose que acontece com o girino e a lagarta

4) Explorar sobre os hábitos alimentares – cadeia alimentar da lagarta (borboleta) e do girino (sapo)

 

2ª etapa: A leitura

1) O mediador faz a leitura enquanto compartilha as imagens com os alunos.

2) O mediador faz uma pausa no momento em que a borboleta e o sapo se encontram (após a metamorfose) e sugere que os alunos antecipem o final da história.

3) Cada criança pode utilizar-se de uma folha para ilustrar o final da história. A ilustração pode ser feita com diferentes técnicas, por exemplo, dobradura, pintura com aquarela…

Variação: as crianças também poderão ser divididas em grupos para criar o final da história e encenar para os colegas.

4)Apresentação dos alunos.

3ª etapa: O final da história

Depois da leitura final, abrir para discussão com os alunos: o que aconteceu com o sapo depois que comeu a borboleta? Será que ele continuou por muito tempo pensando no seu belo arco-íris?

Vocês concordam com a autora quando disse que essa era uma história tragicômica?

O que foi trágico? O que foi cômico? O que vocês mais gostaram? O que não gostaram? O que mudariam?

Sugestão: o mediador pode avançar na exploração dos conceitos do “trágico” e do “comigo”, sugerindo aos alunos que listem coisas e situações que vivenciam / vivenciaram, assistem / assistiram, ou que ouviram falar, que consideram trágicas e cômicas. É uma proposta que ajuda a conhecer melhor o universo dos alunos.

4ª etapa: Conhecendo a autora e o ilustrador da obra

O ilustrador

Tony Ross nasceu em Londres, em 1938. Estudou na Liverpool School of Art. Já foi cartunista, designer gráfico e diretor de arte de uma agência de publicidade. Considerado um dos melhores ilustradores de livros infantis da Inglaterra, suas obras ganharam vários prêmios e foram publicadas em inúmeros países.

A autora

Jeanne Willis nasceu em 1959 em St. Albans, Inglaterra, escreveu o seu primeiro livro aos 5 anos de idade e nunca mais deixou de escrever. Autora de dezenas de livros, entre os quais livros ilustrados, de aventuras e manuscritos televisivos, foi vencedora de diversos prémios, como o The Red House and Sheffield Children’s Book Awards (2007 -Who’s In The Loo?), The Sheffield Children’s Book Award (2007 - Who’s In The Loo?) e o The Silver Smarties Prize (2003 – Tadpole’s Promise).

Outros livros da autora:

 

5ª etapa: A história acaba, mas a leitura continua…

Sugerir aos alunos que levem o livro para casa e sejam contadores de histórias para os pais, avós, irmãos e, depois, compartilhem a experiência com o grupo.

 

 

Contribuição da consultora de Maria Helena Marques Rovere

Eva Furnari

Italiana, nascida em Roma em 1948. Veio para o Brasil aos dois anos de idade e reside em São Paulo até hoje.

Formada em Arquitetura pela Universidade de São Paulo.
Tem mais de 50 livros publicados no Brasil e em países da América Latina. Ao longo de sua carreira recebeu diversos prêmios, entre eles, o Jabuti de melhor ilustração em 1991. Por diversas vezes recebeu prêmios da FNLIJ e da APCA recebeu o prêmio pelo conjunto da obra.

 

Eva Furnari, autora e ilustradora de livros para crianças, fala sobre literatura e criatividade

Clique aqui e confira

 

Vencedora de diversos Prêmios, entre eles:

  • Prêmio Jabuti de Melhor Ilustração pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) pelos livros;
  • Nove vezes premiada pela FNLIJ – Fundação do Livro Infantil e Juvenil;
  • Prêmio APCA pelo conjunto da obra.
  • Vencedora do concurso promovido em 2000 pela Rede Globo de Televisão para a caracterização dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo.

 

Acesse aqui um pouco mais da História da Eva Furnari

Bartolomeu Campos de Queiros

Bartolomeu começou a escrever na década de 1960 quando estava na   França e não parou mais.

Publicou 43 obras incluindo antologias,novelas,poemas e inspira contadores de histórias,educadores e pesquisadores.

Por suas realizações ,recebeu as medalhas: de “Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres”, medalha Rosa Branca (Cuba) e prêmios literarios da APCA,Jabuti,FNLJ e Academia Brasileira de Letras.

Estudioso de Filosofia e da estética criou um modo próprio de escrever, trazendo sua infância em Papagaio (MG) de maneira marcante e poética.

Bartolomeu é um Humanista e sempre participou ativamente dos movimentos culturais e educacionais.

Veja s sua Entrevista e  mergulhe em sua Literatura mágica.

 

 

Obax

Falando do livro:

 

De acordo com o Autor, o livro é uma história de ficção ambientada na África, inspirado no livro African canvas, the art of west african women e   nas fotos  da  Margaret Courney-Clarke. André Neves partiu de pesquisas sobre os nomes  dos personagens: obax (flor) e nafisa (pedra preciosa), e também sobre  o oeste africano. Obax é o resultado da mistura de referências da Nigéria, Costa do Marfim, Senegal, Mauritânia, Mali, entre outros países. Neles, ainda existem aldeias praticamente isoladas onde os costumes são ressaltados, sobretudo, nas manifestações artísticas.

A arte demonstrada no livro é feita pelas mulheres das tribos, que  usam lama e pigmentos naturais feitos a partir de plantas colhidas na região em que moram. Suas casas, roupas e objetos de cerâmica são uma explosão de cores, apesar da aridez da paisagem. Os motivos e padrões da pintura que enfeitam suas casas, roupas e objetos de cerâmica são reflexos de suas vidas.

A publicação apropria-se de elementos culturais africanos e afro-brasileiros, entretanto, amplia esse cenário através de uma narrativa singular e esteticamente comprometida com o universo infantil, retratando o norte do continente pela perspectiva visual, para trazer para as páginas do livro o lirismo e cores da cultura desta região.

Obax é uma criança de imaginação fértil, que inventava muitas histórias,  que de tão criativas, crianças e adultos não acreditavam. Então, ao tropeçar numa pequena pedra em forma de elefante, a menina teve uma grande ideia. Partiria pelo mundo afora. Sua busca era para provar a todos que sua história era verdadeira. E, na grande ilusão criada pela magia da literatura, Obax encontrou-sonhou-transformou sua vida com Nafisa, um elefante que havia se perdido da manada e vivia sozinho pelas savanas.

Junto ao elefante a menina atravessou o mundo, perpassou experiências e adquiriu vivências. A figura do elefante nos remete a um animal lendário, que rompe qualquer barreira de tamanho, de espaço e de tempo.

A narrativa é marcada pelo lúdico, pela fantasia, o nos coloca leitores do mundo do lado de lá do oceano, nos apresentando uma África colorida, saborosa. A pesquisa minuciosa de André Neves, marcada também pela ilustração, composta por diferentes texturas, nos traz um jogo de olhares em diversas perspectivas, de diversos ambientes africanos (casas nas aldeias, deserto, savana, litoral…). O olhar é conduzido a passear pelas páginas do livro como se estivéssemos em frente a uma tela de cinema, ora visualizamos o cenário de cima, ora de baixo, ora perto, ora longe.

 

Falando do Autor e Ilustrador:

André Neves, o escritor e ilustrador do livro, formou-se em relações públicas no Recife, mas sua paixão pelas artes o levou ao Rio Grande do Sul, onde atualmente desenvolve atividades relacionadas à literatura infantil e, em especial, à arte de ilustrar imagens para a infância.

 

Proposta de mediação de leitura:

 Para início de conversa, devemos lembrar que literatura é arte, e o aspecto estético proposto pelo autor André Neves está intrinsecamente abraçado no livro Obax.

A imagem é o elemento mais significativo na obra de André neves. Quando escreve, seu pensamento circula a partir da imagem. O autor constrói o visual da cena para depois desenvolver a história. A imagem ajuda a contar mais.

 

Atividade lúdica/ artística de mediação da leitura

 

A nós leitores, cabe o papel de explorar essas características, passeando com a menina e o elefante e observando os elementos que compõem verbalmente e imageticamente a obra: cores, texturas, som, movimento.

Aos professores, cabe a função de instigar seus alunos nessa descoberta, aos elementos característicos de uma África pouco conhecida, as vestimentas, as cores, os animais presentes nas ilustrações… Enfim, convidar o aluno a participar da narrativa e embarcar na viagem nesse mundo com Obax.

Sugestão:

  1.  Prepare uma caixinha com tampa e dentro coloque uma pedra lisa e redonda e encha-a de pétalas de flores. (caso tenha a possibilidade de colocar nessa caixa, um elefante pequenino de pedra, melhor).
  2. Instigue as crianças com perguntas sobre a história: exemplo: você já viu um elefante que vira árvore? Saberia dizer sobre uma chuva de flores? Já viu uma? Etc. Depois passe a caixinha e deixe que as crianças toquem, explorem.
  3.  Após essa roda de conversa, leia para eles, de maneira que possam ver as imagens – após leitura permita-lhes que toquem e folheiem o livro; No final pergunte sobre a obra, se gostaram e o que sentiram. Retome a ilustração contextualizando o tema afro e contando sobre as cores e desenhos próprios das Savanas e o seu valor cultural; conte-lhes um pouco sobre esse contexto, fazendo relação com a nossa cultura, costumes; etc.
  4. Proponha uma atividade de pintura e desenhos  sugerindo a Simbologia Adinkra (Ver site Negro Mostra Tua face para referência). Na simbologia Adinkra cada desenho tem um símbolo. E nós podemos propor que cada criança crie seus próprios desenhos simbólicos,  de maneira a imprimir  sua marca e história no objeto desenhado. Após essa fase, trabalhem com a argila (podem utilizar diversas cores de barro), com as mesmas inscrições que criaram no papel.
  5. No final faça uma exposição onde todos possam apreciar.

 

Referência e Recomendações Finais

Ps1: Obax é altamente recomendável pela FNLIJ 2011, está nos catálogos The White Ravens 2010 e de Bologna 2011, e deu a André Neves o prêmio Jabuti de melhor livro infantil de 2011

Ps 2: fonte de leitura interessante ao professor, para entender as fortes características dos valores sociais, familiares e culturais africanos seria o texto proposto pelo pesquisador Fábio Leite, que traz como título Valores Civilizatórios em Sociedades Negro-Africanas, publicado pelo centro de estudos africanos da Universidade de São Paulo. http://www.casadasafricas.org.br/img/upload/233632.pdf

Neves, André. Obax. São Paulo: Brinquebook, 2010.

Site: negro mostra tua cara:

http://negromostraatuaface-atividades.blogspot.com.br/

A SIMBOLOGIA ADINKRA Entre as manifestações culturais da nação Ashanti, destaca-se o estampado adinkra. Encontra-se também no povo Gyaman, da Costa do Marfim. Adinkra são símbolos que representam provérbios e aforismos. É uma linguagem de ideogramas impressos, em padrões repetidos, sobre um tecido de algodão.

Considerado um objeto de arte, o adinkra (adeus em twi), constitui um código do conhecimento referente ás crenças e á história desse povo. A escrita de símbolos adinkra reflete um sistema de valores humanos universais; família, integridade, tolerância, harmonia e determinação, entre outros. Existem centenas de símbolos, e a maioria deles é de origem ancestral, sendo transmitidos de geração em geração. Isso também se aplica para as cerâmicas.

A estampa das roupas e a cor expressam sentimentos de ocasiões específicas como festas de funerais, festivais tradicionais, ritos de iniciação como puberdade, casamento, etc. O tear é sempre  masculino, mas a estamparia é também das mulheres.

Artigo produzido por:

MS Angela Maria Simão Hoemke[i]

 MS Maria Laura Pozzobon Spengler[ii]

 



1  Mestre em Educação pela UNIVALI SC, Especialista em Currículo e Metodologia da Educação Básica e Formada em Pedagogia pela FURB. Consultora local Projeto Comunidade Educativa em Gaspar SC da Fundação BUNGE.

[ii] Pedagoga, Mestre em Ciências da Linguagem pela Universidade do Sul de Santa Catarina, pesquisadora de Literatura Infantil e Juvenil e é integrante do grupo de pesquisa Produções Literárias e Culturais para Crianças e Jovens, da Universidade de São Paulo.

O POTE VAZIO

Autora e Ilustradora: Demi. Tradução de Monica Stahel Editora Martins Fontes, 2007

INTEGRAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO

Música: A Arca de Noé 2 – O Girassol (Jane Duboc)

Sempre que o sol
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel

Roda, roda, roda
Carrossel
Roda, roda, roda
Rodador
Vai rodando, dando mel
Vai rodando, dando flor

Sempre que o sol
Pinta de anil
Todo o céu
O girassol
Fica um gentil
Carrossel

Roda, roda, roda
Carrossel
Gira, gira, gira
Girassol
Redondinho como o céu
Marelinho como o sol

Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=7lo2Vw52xw4>

Ouvir a música O Girassol de Vinícius de Moraes. Repetir a música quantas vezes forem necessárias, interrompendo-a, para as crianças encenarem várias situações propostas pelos voluntários: sentir-se um sol, iluminando o planeta; representar um girassol nascendo; propor que girem em torno do sol; formar um carrossel; ficar gentil uns com os outros etc.

MEDIAÇÃO COM O LIVRO

Apresentação da história “O pote vazio” em data show (<http://www.youtube.com/watch?v=jfAAGcVt_ek>), acompanhando e mostrando também o livro.

RODA DE CONVERSA SOBRE A HISTÓRIA

O que o livro retrata? O que você faria se lhe dessem uma semente e ela nunca germinasse?O que vocês acharam da atitude de Ping? E das outras crianças? E do Imperador?

  • Contextualização do livro e da autora Demi e da tradutora Monica Stahel.

 

 

 

 

  • Leitura visual do objeto livro. Relendo alguns trechos da obra e explorar as ilustrações e seu dialogo com a obra de Ai Weiwei.

Apresentação da obra de Ai Weiwei– em data show

“Sunflowerseeds” (Sementes de girassol), que ficou em exposição no Turbine Hall da Tate Modern em Londres de outubro de 2010 a maio de 2011, composta por mais de cem milhões de sementes de girassol feitas de porcelana, pintadas à mão,

Ai Weiwei (Pequim, 28 de agosto de 1957) é um artista chinês, designer arquitetônico, artista plástico, pintor, comentarista e ativista social.

Disponível em:<http://pt.wikipedia.org/wiki/Ai_Weiwei>

O trabalho de Ai Weiwei tem direta associação com a cultura chinesa. Para o povo chinês as sementes de girassol são alimento, sinal de camaradagem e símbolo do próprio regime comunista. Elas são sempre oferecidas como gesto de amizade ou confraternização, presentes em todas as conversas entre amigos, em bares, em casa… Elas estão em toda a parte. Representam também o próprio povo nos cartazes de propaganda política, pois o Sol é sempre associado aos chefes de estado e o povo são girassóis que se voltam para ele. Sem contar com o fato de que as sementes foram muitas vezes a única fonte de alimento em épocas de grande dificuldade econômica.

Disponível em:<http://bravonline.abril.com.br/materia/ai-wei-wei-sementes> e <http://www.nonada.com.br/2011/05/arte-e-politica-um-passeio-pela-obra-de-ai-weiwei/>

Apresentação da história do Tangram

Montagem de figuras com o Tangram.  Divisão das crianças em duplas e propor a criação: de árvores, de animais, de crianças, do imperador, etc  .

 

 

 

 

 

 

Produção artística

Cada criança será convidada a montar, individualmente, um vaso com as peças do Tangram e, confeccionarflores de origami, para enfeitá-lo.

 

 

 

 

 

Ao final, as crianças conhecerão a história do Biscoito da sorte, outra lenda chinesa.

Você conhece a história do biscoito da sorte?

Diz a lenda que ele surgiu na China na época das guerras pela unificação do território.

Dizem que os mongóis não gostavam desses biscoitos, então as tropas aproveitavam que eles não comiam e colocavam mensagens secretas dentro do biscoito para os homens que estavam nos campos de batalha. Dessa forma, os chineses ganharam a guerra e unificaram parte do território que hoje é a China mesmo.

 

Quando o biscoito da sorte foi criado, há mais de oitocentos anos, ele era chamado também de “bolo da lua”. A primeira fábrica de biscoitos da sorte surgiu nos Estados Unidos em 1964.

 

As frases que vêm dentro do biscoito normalmente são tiradas do “I Ching”, que é um livro de sabedoria baseado na filosofia chinesa.

Disponível em:<http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL967061-10345,00.html>

RECEITA DESTE QUITUTE:

Ingredientes:
* 1/4 de xícara de farinha

* 1/4 de xícara de açúcar

* 1 pitada de sal

* extrato de baunilha a gosto

* 1 clara de ovo

Modo de preparo:

* Elabore tiras de papel de 10 por 1,5 centímetros e escreva as mensagens que desejar.

* Pré-aqueça o forno a 200ºC.

* Unte duas folhas de papel para forno.

* Una a clara de ovo com a baunilha até formar espuma.

* Misture a farinha, sal e açúcar na mistura do ovo.

* Com uma colher, ponha a massa sobre o papel, separando cada colherada por 10 centímetros.

* Brinque com a folha, agitando, para fazer com que a massa ande formando círculos de 7 centímetros de diâmetro.

* Elabore poucos biscoitos de cada vez, porque eles devem ser modelados ainda quentes.

* Asse os biscoitos por 5 minutos ou até ficar dourados na borda.

* Tire do forno, retire da folha com uma espátula e deixe o biscoito em um prato de cor clara, virando-o de forma a deixar o lado que estava em cima, no forno, para baixo, no prato.

* Deixe o papel com a mensagem no meio do biscoito e o dobre ao meio.

Disponível em:<http://www.autores.com.br/2009051718517/mitologia-/-lendas-/-misticismo/lendas-urbanas/biscoito-da-sorte-chines.html>

Avaliação Final:

Será feita através da observação e pelo envolvimento, criatividade e participação dos alunos na atividade.

Fechamento:

As crianças receberão biscoitos da sorte e sementes de girassol para plantio.

Autora: Rosana Maria Martins