Marcelo Xavier

Marcelo Xavier, formado em publicidade pela PUC- MG , é artista plástico, cenógrafo, figurinista, autor e ilustrador de literatura infantil.

A característica de seus livros são as ilustrações tridimensionais em que personagens, objetos de cena e cenários são feitos com massa de modelar, tornaram-se bastante conhecidos do público e receberam importantes premiações.

Desde 1987 desenvolve oficinas de arte educação estimulando o os participantes a um exercício de criação individual, com a modelagem de bonecos de massinha.

São seus livros:

  • Asa de Papel
  • Festas – o folclore do Mestre André
  • Mitos
  •  Mundo de coisas
  • O dia a dia de Dadá
  • Se a criança governasse o mundo
  •  Tem de tudo neste mundo
  • Tot

Conheça um pouco mais sobre Marcelo Xavier

Roseana Murray

Nasceu no Rio de Janeiro em 1950. Graduada em Literatura e Língua Francesa em 1973 pela Universidade de Nancy/ Aliança Francesa.
Mais de 60 livros publicados, sendo que seu 1º livro infantil, Fardo de Carinho, data de 1980.
Prêmios recebidos:

  • Melhor de Poesia da FNLIJ nos anos 1986 (Fruta no Ponto, ed. FTD), 1994 (Tantos Medos e Outras Coragens, ed. FTD) e 1997 (Receitas de Olhar, ed. FTD).
  • Prêmio Associação Paulista de Críticos de Arte em 1990 para o livro Artes e Ofícios, ed. FTD, S.P.
  • Prêmio Academia Brasileira de Letras em 2002 para o livro Jardins ed. Manati, R.J como o melhor livro infantil do ano.
    Está na Lista de Honra do I.B.B.Y em 1994 com o livro Tantos Medos e Outras Coragens tendo recebido seu diploma em Sevilha, Espanha.

Participou de vários projetos de leitura.entre eles  o Projeto Saquarema, Uma Onda de Leitura.

Livros de sua autoria

  • Nana, ed. Prumo, 2012
  • Diário da Montanha
  • Lá vem o Luís
  • No mundo da Lua
  • O circo
  • Luna, Merlin e Outros Habitantes
  • O mar e os sonhos
  • Uma gata no coração
  • Tantos medos e outras coragens e outros

Conheça um pouco mais sobre mais Roseana Murray

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Manoel de Barros

OS DOIS

Eu sou dois seres.

O primeiro fruto do amor de João e Alice.

O segundo é letral:

É fruto de uma natureza que pensa por imagens,

Como diria Paul Valèry.

O primeiro está aqui de unha, roupa, chapéu e vaidade.

O segundo está aqui em letras, sílabas, vaidades e frases.

E aceitamos que você empregue o seu amor em nós

( Manoel de Barros, 2004)

PInturas de Manoel de Barros

Bibliografia completa :

http://elfikurten.blogspot.com.br/2011/02/manoel-de-barros-natureza-e-sua-fonte.html

A infância em Manoel de Barros:

http://prezi.com/zrvbnz2t-nkz/criancerias/

pra compartilhar com as Crianças :

histórias da unha do dedão do pé do fim do mundo

 

 

A Floresta

Claire A. Nivola

Martins Fontes – 2003

Tradução de Monica Stahel

SOBRE A AUTORA E ILUSTRADORA 

Claire A. Nivola nasceu em Nova York, nos Estados Unidos, em 1947. Filha de artista, começou a desenhar muito cedo. Em 1970, logo depois de graduar-se em História e Literatura, ilustrou seu primeiro livro infantil. A partir daí, escreveu e ilustrou muitas obras aclamadas pela crítica. Ela mora com o marido e os dois filhosem Newton Highlands, Massachusetts.

RESENHA

O livro conta a história de um camundongo que decide deixar a segurança de sua casa, para explorar a floresta. O que ele encontra não é, de modo algum, o que esperava. Com ilustrações e texto de Claire Nivola, ‘A Floresta’ amplia o mundo do leitor, falando com veemência e tranqüilidade a todas as crianças que já sentiram medo do desconhecido.

FABULAÇÕES

Medo é um sentimento de defesa, muitas vezes mais do que ausência de coragem. Recorrente no universo literário infanto juvenil, como nos contos de fadas, é tema relevante para ser trabalhado com sutilezas poéticas e elementos do universo imaginário.

O livro, através do texto e das imagens, nos apresenta de forma lírica e encantadora o enfrentamento do medo do desconhecido. Quem não tem medo do que se esconde em nossas florestas inconscientes? Sempre tive medo da floresta, aquele lugar escuro e desconhecido, nos confins do meu pequeno mundo. À noite, muitas vezes eu sonhava com ela e acordava arrepiado de pavor. Também durante o dia, o medo estava ali, escondido dentro de mim, independentemente do que eu fizesse ou de onde estivesse. Uma noite, o medo foi tão intenso, que não pude suportar (pag 5)

Com trechos textuais simples e delicados, com planos gerais e mais fechados da ilustração elaborada com uma palheta de cores claras de Claire, apontando sempre horizontes, cada pagina/ narrativa acompanha o pulsar do coração do pequeno camundongo, num suspense manso. O medo vai sendo encarado e vencido à luz do dia, definitivamente aplacado quando nosso herói olha para o céu. Vi o céu, lá no alto. O céu era maior do que a floresta, maior ainda do que meu medo, maior do que tudo.” (pag. 24)

 

EXERCÍCIO DE MEDIAÇÃO

Para crianças pequenas, de 5 a 7 anos

 

1. SENSIBILIZAÇÃO 

Uma “roda perguntadeira “ de medos que a gente tem. Do tipo: Você tem medo de que? Quem tem medo de barata? E de escuro? E de monstro? E de Bicho Papão?

Falando em Bicho Papão, será que ele tem medo de gente?

Ouve só uma história que Maria Mazzetti nos conta:

 

A partir deste poema, uma sugestão é propor uma atividade de expressão corporal, onde cada criança se torne uma bobagem. Cada bobagem diferente da outra. Muitas bobagens, que fazem caretas, que se espicham, se embolam… Enquanto o educador narra o texto, as crianças dramatizam até virarem uma manchinha que a gente limpa assim…

Pronto! Acabaram as bobagens, acabou o bicho papão.

O medo também pode ser assim, vai sumindo, sumindo, feito manteiga derretida. É só menino querer, querer de verdade.

 

2. LEITURA DO LIVRO A FLORESTA

E em seguida, a história do camundongo que tinha medo de floresta, pode ser lida para as crianças. No final, podemos instigar percepções e curiosidades, com nova “roda perguntadeira ”

Por que o coração do camundongo batia tão forte? Qual o som do coração do camundongo? O camundongo perdeu o medo? Por que ele se assustou com a borboleta? E como ele fez para perder o medo que tinha? E na floresta tinha barulho?

Que som tinha?

Quem já foi numa floresta? Teve medo? O que tem e quem mora na floresta?

Neste momento, interessante seria apresentar as várias imagens de florestas, por exemplo do livro dos Ticuna, ou do catálogo da exposição dos mesmos no CCBB em 2004. Comentar sobre outros povos das florestas também seria oportuno e interessante.

 

3. PRODUÇÃO PLÁSTICA

Criação de uma floresta:

Se o local da atividade for ao ar livre, arborizado, ou mesmo com plantas, o ideal é que a atividade comece por um exercício de observação e percepção sensorial, levando as crianças a experimentarem as texturas, as formas, as cores, os aromas, o tamanho de folhas, cascas, frutos, flores etc. Caso não tenha, recolha de algum lugar vários tipos de folhas, de plantas ou de árvores para apresentar às crianças.

 

Composição com a técnica frottage

(Frottage é a técnica que utiliza um lápis ou giz de cera para fazer uma “fricção” sobre uma superfície texturizada para capturar sua forma num papel).

Pedir a cada criança que tire uma espécie de fotografia das folhas e elementos da natureza pesquisados.

Depois, proponha que desenhem só os troncos e os galhos das árvores, colando em seguida, as folhas impressas.

Para finalizar, crie com as crianças uma Floresta com todas as árvores, colando-as num painel. Se houver possibilidade, a Floresta pode ser habitada por bichos, e criaturas imaginárias.

4. DE VOLTA AO LIVRO

Neste momento as ilustrações do livro podem ser revisitadas para que as crianças observem as semelhanças e diferenças entre suas florestas e a de Claire Nivola. Interessante levar as crianças a observarem detalhes de proporção, de perspectivas, a delicadeza dos traços dos desenhos e pinturas – lembrando o pontilhismo que é uma técnica de pintura, saída do movimento impressionista, em que pequenas manchas ou pontos de cor provocam, pela justaposição, uma mistura óptica nos olhos do observador (imagem).

Comparem as pinturas abaixo com as imagens do livro.

Gray weather, Grande Jatte, Georges Seurat, 1888.

The Island of La Grande  Jatte, Georges Seurat, 1884.

RODA FINAL

Em roda, cantar

A Árvore da Montanha

Canções Escoteiras

A arvore da montanha
Ole-riaio (bis)
Esta árvore tinha um galho O que galho, belo galho.
Ai, ai, ai que amor de galho.
E o galho da árvore.


A arvore da montanha
Ole-riaio (bis)
Este galho tinha um broto O que broto, belo broto.
Ai, ai, ai que amor de broto.
E o broto do galho E o galho da árvore.

A arvore da montanha
Ole-riaio (bis))…

Este broto tinha uma folha.
E esta folha tinha um ninho.
E este ninho tinha um ovo.
E este ovo tinha uma ave.
E esta ave tinha uma pluma.
E esta pluma tinha um índio.
E este índio tinha um arco.
E este arco tinha uma flexa.
Esta flexa foi na árvore O que árvore, bela árvore.
Ai, ai, ai que amor de árvore.
E a árvore da montanha
Ole-riaio (bis)

Para ouvir, acesse:

http://letras.mus.br/cancoes-escoteiras/

 

Artigo produzido por : Denise Mendonça

 

 

André Neves

“Dizem que todas as memórias estão na cabeça. Mas na verdade elas são guardadas nos olhos. Por isso, insisto em perceber as coisas simples do mundo para o tempo passar quieto. Depois, o que fica é uma luz especial que chamamos de saudade. Procuro transformar tudo em arte, um brilho essencial em minha vida.”   André Neves

Ele se declara um Confabulador de Imagens

http://confabulandoimagens.blogspot.com.br/search/label/ilustradores

e olhando suas imagens temos mesmo a sensação de ter entrado num mundo fabuloso.

Quando estamos juntos...

 

 Vale a pena conhecer este  mundo  imaginário do André

Saiba mais sobre o escritor escutando esta deliciosa entrevista !!!

Entrevista Andre Neves

 

Linéia no Jardim de Monet

INÍCIO

Aquecimento – Com a música do grupo Palavra Cantada :Ora Bolas  

http://letras.mus.br/palavra-cantada/286862/

Oi, oi, oi… olha aquela bola

A bola pula bem no pé, no pé do menino

Quem é esse menino! Esse menino é meu vizinho!

Onde ele mora! Mora lá naquela casa!

Onde está a casa! A casa tá na rua!

Onde está a rua! Tá dentro da cidade!

Onde está a cidade! Do lado da floresta!

Onde é a floresta! A floresta é no Brasil!

Onde está o Brasil,ta na América do Sul continente americano cercado de oceano das
terras mais distantes de todo o planeta.

E como é o planeta!

O planeta é uma bola que rebola lá no céu. (biz)

1ª PARTE

Primeiro: ouvir a música e cantarolar com o grupo.

Segundo:  entregar o globo terrestre inflável (bola mundo) para o grupo passar de um para outro. Caso não tenha um inflável use um globo terrestre comum da escola.

Quando a música para uma das questões é respondida pela criança.

Onde vivo tem:

  • Jardim?
  • Flor ou flores? De que cor ou que cores?

Depois do mundo ter passado nas mãos de todos, a conversa continua.Nós vivemos em um país chamado Brasil, encontre no globo nosso país.Mas nossa história não acontece no Brasil.Quem quer dar um palpite de onde acontece nossa história ?

O TÍTULO DO NOSSO LIVRO É:

                                “LINEIA NOS JARDINS DE MONET”

FOI ESCRITO POR: Christina Bjork

ILUSTRADO POR: Lena Anderson

TRADUZIDO POR: Ana Maria Machado

Ela é da França! Achem este outro país no globo.

 CONVERSAR UM POUCO SOBRE A DISTANCIA ENTRE OS PAISES. O QUE ELES SABEM DA FRANÇA, O QUE SABEM DO BRASIL. EXPLORAR O GLOBO A PARTIR DOS DOIS PAISES.

Nesta história tem duas pessoas que são amigas. Elas nos convidam a viajar para conhecer um jardim lá na França!

Os personagens do livro são:

Lineia – uma menina de uns 9 ou 10 anos que ADORA FLORES!

Sr. Silvestre: era seu vizinho, um senhor de mais de 50 anos. Ele tem uma profissão que encantava Linéia, embora já estivesse aposentado, ele trabalhou como Jardineiro! Por isso também adora jardim.

* LER PARA AS CRIANÇAS O POEMA:

“ Flores alimentam sonhos,

dão de comer aos olhos,

arrumam e desarrumam

formas e cores”.

Fonte: MURRAY, Roseana: Desenhos de Roger Mello. – Jardins – Ed. Manatti, Rio de Janeiro – RJ – 2011. (livro do nosso acervo do Pé de livro).

Deixar as crianças imaginarem como é cada um.

Desenhar – ou não.

Montar um boneco – ou não.

Descrever oralmente. A Lineia e o Sr. Silvestre.

Depois da descrição feita pelas crianças.

LER A PRIMEIRA PARTE DA HISTÓRIA.  Pagina 5 e 6.

* Plástica

  • As cores da França – Bandeiras : BRASIL e FRANÇA.
  • E nossos personagens – em bonecos ou em desenho

2ª PARTE

JÁ ESTAMOS NA FRANÇA.

Aquecimento:Por isso vamos ouvir uma música francesa!

http://youtu.be/zsxuynmMc-w – Alouete

http://youtu.be/rLr3o1DULUM – Frere Jaques

https://www.youtube.com/watch?v=yi9ef0dmz2w – eu gosto de fruta.

https://www.youtube.com/watch?v=7hN8HMaaQSs&feature=related

Sr. Silvestre levou a Lineia para conhecer um jardim especial de um grande pintor francês Claude Monet.

MONET – vamos ver alguns quadros de Monet.

Será que alguém já viu algum quadro deste artista?

Mostrar as obras e ouvir os comentários do grupo.

Depois mostrar o video do link abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=txvEpUURx4E&feature=youtu.be

Monet, nasceu em Paris em 1840. Faleceu e foi enterrado no ano de 1926 em GIVERNY, onde está sua casa com este Jardim que a Linéia e o Sr. Silvestre foram visitar.Monet se inspirava no Jardim da sua casa para pintar, ele também gostava muito de flores e das cores.

PLASTICA:  O JARDIM

Sair com o grupo de crianças para observar o entorno. Dividir o grupo para contar quantas árvores existem no caminho percorrido, quantos terrenos vazios tem, quantos jardins encontraram.

Na volta do passeio o educador pode apresenta um craft no formato do caminho percorrido, e cada sub grupo coloca o que observou através de uma colagem.

-          as árvores

-          os terrenos vazios

-          os jardins –  com as cores eles tem

UMA RODA DE CONVERSA:

Já que nossos personagens gostavam muito de jardim, vamos brincar de inventar jardim?

Aqui perto tem jardim?

Como vc faria um jardim aqui? Qual o desenho dele? Quais as cores das flores vc gostaria que ele tivesse ?

Divide o grupo de crianças e cada grupo vai desenhar com uma colagem o jardim que imagina.

MATERIAL:

Papel craft

Canetão

Cola

Retalhos de papel coloridos (color set ou revistas)

Sem tesoura! Recortar os papéis com as mãos.

Agora que temos o nosso jardim; vamos viajar com a Linéia e o Senhor Silvestre para conhecer o Jardim de Monet:

3ª PARTE

A IDA PARA GIVERNY – O ENCANTAMENTO DO JARDIM.

Aquecimento:Retomar os painéis dos jardins que os grupos montaram colocar no centro da Roda.Juntar a eles as obras já selecionadas de Monet.

Abrir a conversa:

O que haverá neste jardim?

Qual será o tamanho dele?

Haverá canteiros de flores, ou só um pouco de flores na frente da casa?

De que cor será a casa de Monet?

Depois da conversa e das hipóteses levantadas pelas expectativas dos grupo, dar início a Leitura, sem mostrar as imagens.Pedir que cada um se acomode de maneira mais confortável possível para ouvir e imaginar tudo que vai acontecer na história.Ler com as crianças da pagina 16 a pagina a 31.Depois da Leitura apresentar o jardim:

Vamos ver esse jardim?

Em ppt apresentar fotos dos jardins: (scanear paginas do livro que mostram o jardim).Livro da Linéia paginas 20 e 21.

Algumas flores do jardim.Depois de ver algumas flores e seus nomes

Ver a sequencia da Ponte Japonesa que está no livro.

https://www.youtube.com/watch?v=9QdjMt7_fUo&feature=fvsr

Ler o pensamento da Linéia:

“É engraçado o que acontece quando a gente pensa muito em  uma  coisa e depois ela acontece de verdade. Quase sempre é um pouco diferente.”(pensamento da Linéia na pagina 19).

Abrir a conversa:

A Linéia tem razão? Sim não e Por que?

Deixar as crianças falarem se quiserem.

4ª PARTE – A Obra Prima! As Ninféias

Na visita ao jardim nossa amiga Linéia, escolheu  desenhar só uma das flores.

Será que é porque rima com o nome dela?

Linéia rima com?  NINFÉIA.

É uma flor que fica lá no Lago do Jardim.

Esta mesma flor impressionava muito Monet, tanto que ele também a pintou muitas vezes. Ler com o grupo a pagina 36 e 37.

Vamos ver essa Obra Pirma?

https://www.youtube.com/watch?v=8L2T-Nyocx8&feature=related

Scanear para projetar em ppt a imagem do livro pagina – 29 (círculo com as nínfeias) 36 e 37 (uma das telas das Ninféias). Sacnear a contra capa do livro, para projetar em ppt.Conversar com as crianças:

Como será que Monet fez essa obra?

Desenhou e pintou?

Ou pintou direto na tela?

Vamos ver uma Ninféia bem de perto?

BRINCAR COM O OLHAR:

De perto o que parece?

E de longe?

Será que os outros quadros também tem este mesmo efeito de perto e de longe?

Ter as imagens novamente em mãos, e deixar as crianças brincarem

PLÁSTICA:

Dividir o grupo com quarto crianças cada grupo.

Pintar um canteiro de flores. Fazendo a impressão no papel.

MATERIAL para cada grupo:

2m de papel grafit

Guache amarelo/ azul/ vermelho/branco

Quadradinhos  de espuma.

Expor os canteiros pintados.

FINAL:

No livro da “Lineia no Jardim de Monet” de Christina Bjork e Lena Anderson, tem muita coisa ainda a ser descoberta lá da França!

Quem quiser saber mais coisas de lá, se são parecidas com as de cá, é só continuar com o livro.

A Lineia gostou tanto da viagem e do jardim que ela conheceu, que quando chegou da viagem quis fazer um Jardim para ela!Isso rendeu outro livro de história, cheio de dicas de como plantar um belo jardim!

Está no livro “Linéia e seu jardim.”

Ler é assim:

 

“Entrou por uma porta

Saiu pela outra,

Quem quiser que conte outra!”.

Em alguém nasceu a vontade de ter um jardim?

 

Contribuição da consultora  Rosana Padial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Angela Lago

Entrevista Angela Lago – Entrelinhas

Escritora e ilustradora, mineira, nascida em Belo Horizonte, em 1945, Angela Lago é dona de um sorriso cativante e de uma inteligência que inebria.

Defensora da Simplicidade :

“Gostaria de ser simples em tudo.Simplicidade é a coisa mais bonita do mundo. Ser simples nos ajuda a ser inteiros. Além disso, a simplicidade permite que eu me aproxime do meu leitor predileto: a criança.”

(Angela-Lago. Entrevista publicada pela Cosac Naify)

Angela possui um desenho que encanta…

você pode conferir no seu site

http://www.angela-lago.net.br/

no delicioso livro de Cora Coralina ilustrado por ela..

O prato azul- pombinho

ou no divertido livro :

 Boa leitura !!

A promessa do Girino

Autora: Jeanne Willis

Ilustrador: Tony Ross

1a etapa: Vamos explorar o livro

I)  Cores e formas

Qual a forma do livro?

Qual a cor predominante na capa?

O que lembra o tom azul?

II)  Ilustração

Que bichinho é esse?

Quem já viu um girino?

O que vocês sabem sobre o girino?

O que representam esses balões escritos?

III) O título do livro

O que será que o girino prometeu? E para quem?

Alguém já fez alguma promessa? E foi cumprida?

A promessa precisa ser cumprida? Por quê?

O que acontece quando alguém promete alguma coisa e não cumpre?

IV)  Leitura da contra capa

O que será uma história “tragicômica”?

É possível uma lagarta e um girino se apaixonarem? Por quê?

Quem já viu ou sabe algo sobre as lagartas?

“Eles prometeram que nunca iriam mudar. Mas será que alguém consegue segurar as mudanças que o tempo traz?”

Propostas de atividades:

1) Sugerir que as crianças tragam algumas fotos e construam uma linha do tempo, identificando algumas mudanças.

2) Pedir que as crianças conversem com os pais e perguntem sobre mudanças marcantes que puderam ser identificadas ao longo dos anos, tanto no perfil psicológico, quanto no físico, por exemplo: até os dois anos, chorava muito, quando pequeno, não comia nada, agora come de tudo, era gordinho, nasceu careca e assim por diante.

V) Trabalhando com novos conceitos

Qual a diferença entre mudança e metamorfose?

Proposta de atividades:

1) Pesquisar no dicionário

2) Apresentar ilustrações sobre a metamorfose do girino e da lagarta

3) Pedir aos alunos que desenhem o processo de metamorfose que acontece com o girino e a lagarta

4) Explorar sobre os hábitos alimentares – cadeia alimentar da lagarta (borboleta) e do girino (sapo)

 

2ª etapa: A leitura

1) O mediador faz a leitura enquanto compartilha as imagens com os alunos.

2) O mediador faz uma pausa no momento em que a borboleta e o sapo se encontram (após a metamorfose) e sugere que os alunos antecipem o final da história.

3) Cada criança pode utilizar-se de uma folha para ilustrar o final da história. A ilustração pode ser feita com diferentes técnicas, por exemplo, dobradura, pintura com aquarela…

Variação: as crianças também poderão ser divididas em grupos para criar o final da história e encenar para os colegas.

4)Apresentação dos alunos.

3ª etapa: O final da história

Depois da leitura final, abrir para discussão com os alunos: o que aconteceu com o sapo depois que comeu a borboleta? Será que ele continuou por muito tempo pensando no seu belo arco-íris?

Vocês concordam com a autora quando disse que essa era uma história tragicômica?

O que foi trágico? O que foi cômico? O que vocês mais gostaram? O que não gostaram? O que mudariam?

Sugestão: o mediador pode avançar na exploração dos conceitos do “trágico” e do “comigo”, sugerindo aos alunos que listem coisas e situações que vivenciam / vivenciaram, assistem / assistiram, ou que ouviram falar, que consideram trágicas e cômicas. É uma proposta que ajuda a conhecer melhor o universo dos alunos.

4ª etapa: Conhecendo a autora e o ilustrador da obra

O ilustrador

Tony Ross nasceu em Londres, em 1938. Estudou na Liverpool School of Art. Já foi cartunista, designer gráfico e diretor de arte de uma agência de publicidade. Considerado um dos melhores ilustradores de livros infantis da Inglaterra, suas obras ganharam vários prêmios e foram publicadas em inúmeros países.

A autora

Jeanne Willis nasceu em 1959 em St. Albans, Inglaterra, escreveu o seu primeiro livro aos 5 anos de idade e nunca mais deixou de escrever. Autora de dezenas de livros, entre os quais livros ilustrados, de aventuras e manuscritos televisivos, foi vencedora de diversos prémios, como o The Red House and Sheffield Children’s Book Awards (2007 -Who’s In The Loo?), The Sheffield Children’s Book Award (2007 - Who’s In The Loo?) e o The Silver Smarties Prize (2003 – Tadpole’s Promise).

Outros livros da autora:

 

5ª etapa: A história acaba, mas a leitura continua…

Sugerir aos alunos que levem o livro para casa e sejam contadores de histórias para os pais, avós, irmãos e, depois, compartilhem a experiência com o grupo.

 

 

Contribuição da consultora de Maria Helena Marques Rovere

Eva Furnari

Italiana, nascida em Roma em 1948. Veio para o Brasil aos dois anos de idade e reside em São Paulo até hoje.

Formada em Arquitetura pela Universidade de São Paulo.
Tem mais de 50 livros publicados no Brasil e em países da América Latina. Ao longo de sua carreira recebeu diversos prêmios, entre eles, o Jabuti de melhor ilustração em 1991. Por diversas vezes recebeu prêmios da FNLIJ e da APCA recebeu o prêmio pelo conjunto da obra.

 

Eva Furnari, autora e ilustradora de livros para crianças, fala sobre literatura e criatividade

Clique aqui e confira

 

Vencedora de diversos Prêmios, entre eles:

  • Prêmio Jabuti de Melhor Ilustração pela CBL (Câmara Brasileira do Livro) pelos livros;
  • Nove vezes premiada pela FNLIJ – Fundação do Livro Infantil e Juvenil;
  • Prêmio APCA pelo conjunto da obra.
  • Vencedora do concurso promovido em 2000 pela Rede Globo de Televisão para a caracterização dos personagens do Sítio do Pica Pau Amarelo.

 

Acesse aqui um pouco mais da História da Eva Furnari

Bartolomeu Campos de Queiros

Bartolomeu começou a escrever na década de 1960 quando estava na   França e não parou mais.

Publicou 43 obras incluindo antologias,novelas,poemas e inspira contadores de histórias,educadores e pesquisadores.

Por suas realizações ,recebeu as medalhas: de “Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres”, medalha Rosa Branca (Cuba) e prêmios literarios da APCA,Jabuti,FNLJ e Academia Brasileira de Letras.

Estudioso de Filosofia e da estética criou um modo próprio de escrever, trazendo sua infância em Papagaio (MG) de maneira marcante e poética.

Bartolomeu é um Humanista e sempre participou ativamente dos movimentos culturais e educacionais.

Veja s sua Entrevista e  mergulhe em sua Literatura mágica.